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A sabatina de Flávio Bolsonaro na Globo


(Imagem: Manoella Mello)

Na noite de ontem, foi a vez de Flávio Bolsonaro participar da sabatina da TV Globo. Antes, porém, a emissora informou que o candidato fez uma visita institucional à sede da empresa durante o dia, mas que não contou com a presença de lideranças do Jornalismo.
No geral, o candidato reforçou suas críticas ao atual governo e destacou pautas econômicas e de segurança nas suas falas. Algumas regiões do país registraram panelaço durante o programa.
Alguns dos highlights nas respostas:
Dark Horse → “Dinheiro totalmente lícito, como era o dinheiro aqui na Globo. O programa do Luciano Huck recebeu mais de R$ 100 milhões para fazer uma propaganda do banco do Vorcaro. Um diretor acabou de ser exonerado porque ele promovia eventos bancados pelo Vorcaro. O que tem de errado? Eu acho que não, mas ele feriu o código de ética da empresa e sofreu as consequências”.
Mandato único → “Minha PEC diz o seguinte: acaba a reeleição para presidente da República. (…) Eu tô aqui me comprometendo, só preciso de um mandato. Não dá para continuar essa loucura que o atual presidente da República está fazendo, já gastou quase R$ 350 bilhões para tentar se reeleger”.
STF → “Não dá pra um juiz como Alexandre de Moraes continuar dando canetada, interferindo em um monte de coisa e perseguindo adversários políticos do atual governador. Os amigos do Lula se protegendo para que as investigações não avancem sobre eles. Eles já acabaram com a credibilidade do Judiciário”.
Fim da 6×1 → “Eu ouvi muitos trabalhadores e eu votei conforme o que eu ouvi nas ruas. Como eu ouvi da grande maioria dos trabalhadores que eles estavam favoráveis ao fim da escala seis por um, eu resolvi seguir a vontade da maioria dos trabalhadores brasileiros”.

Nas considerações finais, o senador voltou a repetir a ideia de “virar a página” do governo e pediu voto aos eleitores. Amanhã os dois candidatos devem se enfrentar pela primeira vez no debate da Band, às 20h.

Flávio Bolsonaro ou Lula: quem foi melhor nas entrevistas da Globo?

 


Veja notas e avaliações dos colunistas do GLOBO
Candidatos à Presidência que disputam o segundo turno foram sabatinados pela jornalista Renata Lo Prete na quinta e na sexta-feira
Lula e Flávio Bolsonaro em sabatina da Globo.
A TV Globo realizou, nesta semana, entrevistas com os dois candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno. As sabatinas, transmitidas ao vivo após a exibição do Jornal Nacional, foram comandadas por Renata Lo Prete. Na quinta-feira, foi a vez do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, nesta sexta-feira, do senador Flávio Bolsonaro (PL). A ordem foi definida por sorteio com a presença de representantes dos partidos.
Sabatina de Flávio: Senador volta a defender fim de reeleição e diz que mudança manteria regra que impediria parente de sucedê-lo
Sabatina de Lula: Petista diz que 'não sabia' que seu governo deixou de reajustar o Bolsa Família por quatro anos: 'É inexplicável'
Na visão dos colunistas do GLOBO, o petista foi quem teve o melhor desempenho. Ele recebeu uma nota média 3,8, numa escala que vai de 1 a 5. Já a entrevista do filho de Jair Bolsonaro (PL) foi classificada com uma nota média 2,9. Quanto maior o número atribuído pelo jornalista, melhor a atuação do candidato. A nota final é calculada a partir de uma média das pontuações atribuídas por cada colunista ao entrevistado.
Veja as notas dos colunistas para Lula
Lauro Jardim (nota 3) - Lula se mostrou mais relaxado hoje do que na entrevista do primeiro turno, quando se apresentou irritadiço. Não convenceu quando tentou dizer que fez um governo que incluiu o centro. Ou quando tentou justificar problemas éticos de seus auxiliares em relação com Daniel Vorcaro. E escorregou quando disse que não sabia que o Bolsa Família não havia sido reajustado em quase quatro anos de governo — algo grave para quem se arvora em ser um governante preocupado com os mais pobres. Mas o saldo geral da entrevista é positivo.
Míriam Leitão (nota 4) - Lula fez um esforço para se desligar da crise do STF, deu boa resposta sobre governabilidade. Errou ao dizer que desconhecia que o Bolsa Família não tinha sido reajustado. Perdeu a chance de dar alguma sinalização de ajuste fiscal. Acertou ao lembrar que recebeu um país desmontado pelo governo anterior. Só falou de fim da escala 6x1 nas considerações finais.
Vera Magalhães (nota 3) - Lula se saiu bem e estava menos na defensiva que no primeiro turno. A entrevista fluiu melhor e tratou de diversos temas mais propositivos, mas o petista vacilou ao dizer que não sabia que o bolsa família não tinha sido reajustado e demorou a falar da aprovação do fim da escala 6 x 1. Se saiu bem ao dizer como conduziu de forma técnica a investigação do caso Master, mas comprou uma briga com o campo progressista ao defender a redução da maioridade penal. Numa pegada mais light, não teve muita oportunidade de fustigar Flávio Bolsonaro.
Renato Meireles (nota 4) - Lula não caiu em armadilhas, manteve a calma, justificou a demora no reajuste do Bolsa Família e marcou distância da Faria Lima. Defendeu o SUS, mas deixou escapar a chance de explorar enfaticamente seu maior trunfo eleitoral: o fim da escala 6x1.
Merval Pereira (nota 4) - Lula estava afirmativo, tranquilo, e não irritadiço. Foi até engraçado ele dizer que não sabia que o Bolsa Família não tinha sido reajustado.
Thomas Traumann (nota 4) - Mais seguro, afável e enfático do que na primeira entrevista, Lula defendeu a redução da maioridade penal para crimes hediondos, ameaça retaliar os EUA e promete manter as investigações sobre o caso Master. Foi mal ao dizer que “não sabia” sobre o reajuste do Bolsa Família, mas pela primeira vez reconheceu que “não deu para fazer tudo”. Segurou os votos que já tinha e pode ter ganho alguns extras.
Bernardo Mello Franco (nota 4) - Sem o chapéu e a tensão do primeiro turno, Lula reconheceu falhas do governo, ajustou o discurso sobre segurança pública e foi incisivo ao cobrar reformas no STF. Perdeu a chance de falar mais sobre o fim da escala 6x1.
Fábio Graner (nota 4) - Lula se mostrou mais à vontade e seguro no modelo de entrevista desse segundo turno. Conseguiu explicar melhor seus planos e estratégias, seguiu os conselhos de mostrar mais humildade sobre seu governo e jogar mais duro com o STF e Alexandre de Moraes. Também inovou no seu campo político ao defender a redução para crimes hediondos da maioridade penal para crimes hediondos e foi duro ao chamar organizações criminosas de terroristas internos. Foi mal nas vezes em que falou que desconhecia coisas, como a falta de reajuste no Bolsa Família, uma resposta muito pouco convincente, e no discurso sem compromisso de controle de gastos, apesar de o tom de proteger os gastos com mais pobre poder funcionar.
Veja as notas dos colunistas para Flávio
Bernardo Mello Franco (Nota 3): "Flávio Bolsonaro começou bem ensaiado: adotou tom sereno e repetiu frases feitas para fidelizar evangélicos e não afugentar eleitores que temem cortes no social. Depois se enrolou ao responder sobre armas, condenação dos golpistas e negócios com Daniel Vorcaro."
Lauro Jardim (Nota 3): "Flávio Bolsonaro não foi convincente na explicação sobre como faria um ajuste fiscal de R$ 200 bilhões. E, em boa parte da entrevista, fugiu de dar respostas objetivas. Quando o assunto foi o caso Dark Horse, se mostrou nervoso, como se não conseguisse lembrar da resposta que ensaiou no media training. De pontos positivos, dois: encaixou por diversas vezes ataques a Lula em assuntos sensíveis ao eleitorado, como segurança pública; e, nas suas palavras finais, fez um bom resumo de suas propostas mais populares."
Míriam Leitão (Nota 3): "Flávio usou a entrevista como palanque em vez de responder às perguntas com dúvidas razoáveis sobre a sua candidatura. Isso o faz lacrar entre os que já são seguidores, mas há dúvidas se consegue convencer os indecisos e os independentes. Termina a entrevista sem aproveitá-la como oportunidade para responder às perguntas que existem sobre a sua candidatura. De novo ele nega que tenha havido uma tentativa de golpe, chamou de “golpe da Disney”. Aproveitou as considerações finais muito bem para falar para os eleitores e pediu votos."
Pablo Ortellado (Nota 3): "Flávio Bolsonaro se manteve na maior parte da entrevista sereno. Deu respostas inequívocas sobre temas sociais, como aumento do mínimo, manutenção do bolsa família e não desvinculação das aposentadorias. Também se comprometeu outra vez a respeitar o resultado das eleições. Quando perguntado sobre acusações de corrupção e sobre políticas controversas, preferiu tergiversar e subir o tom atacando o candidato adversário."
Renato Meirelles (Nota 3): "Flávio começou bem, abandonando posições impopulares, mas foi pior do que na sabatina do primeiro turno. Ao ser confrontado com seu passado e o do pai, ficou irritadiço e atacou Lula em excesso. O crescimento do PT na última semana parece ter aumentado seu nervosismo. Faltaram serenidade e carisma para conquistar indecisos, sobretudo as mulheres, e respostas sobre violência. Terminou falando para sua bolha. O eleitor de Lula provavelmente saiu mais animado do que entrou."
Vera Magalhães (Nota 2): "Flávio Bolsonaro faz o oposto de Lula na véspera: só fala do adversário. Confrontado com as próprias contradições, como o caso nunca esclarecido da transferência de milhões de dólares de Daniel Vorcaro para um filme sobre o pai num fundo do exterior, tergiversou, gaguejou e novamente não explicou nada. Não negou que Jair vá ter cargo em seu governo, mas descartou nomear o irmão, Eduardo, para chanceler. Foi excessivamente treinado para produzir cortes para as redes sociais, que talvez funcionem com seu público."
Fabio Graner (Nota 3): "Flávio Bolsonaro começou tranquilo e seguindo a estratégia de garantir que não vai prejudicar os direitos sociais dos mais pobres, ainda que tenha tergiversado em pontos importantes, como o detalhamento da estratégia de corte de gastos. Ficou confuso e se irritou a partir dos questionamentos sobre o caso do filme Dark Horse, sua relação com Daniel Vorcaro e nos temas envolvendo seu pai e a democracia, interrompeu a entrevistadora algumas vezes e abusou da estratégia “E o PT”, falando muito para a própria bolha. Nas considerações finais engatou um discurso mais coeso e um ar mais tranquilo."

Thomas Traumann (Nota 3): "Flávio Bolsonaro tinha como tática atacar Lula a cada resposta e negar os cortes de direitos sociais no seu eventual governo. Foi bem até se irritar nas questões sobre Daniel Vorcaro e cometer um erro ao defender a liberação de armas."

A boca do jacaré fechou

 

Hora da virada? Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 50% dos votos válidos em nova pesquisa PoderData/Aya
Levantamento nacional aponta avanço de Lula e recuo de Flávio Bolsonaro em simulação de segundo turno para a Presidência da República

Thiaggo Camilo Thiaggo Camilo é jornalista e assessor de imprensa. Foi jurado do quadro musical do programa Mais Show com Danny Pink na Rede Vida. Colunista do Observatório dos Famosos.
Uma nova pesquisa PoderData/Aya aponta empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República. De acordo com o levantamento, os dois aparecem com 50% dos votos válidos.
Na comparação com a pesquisa anterior, realizada entre os dias 10 e 12 de outubro, Lula registrou crescimento de um ponto percentual, enquanto Flávio Bolsonaro apresentou queda de um ponto. A nova rodada de entrevistas ocorreu entre os dias 13 e 15 de outubro.
O levantamento tem abrangência nacional e ouviu 3.000 pessoas. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04258/2026.
Com os dois candidatos empatados numericamente, o cenário indica uma disputa acirrada. Considerando a margem de erro, os números não permitem apontar vantagem estatisticamente conclusiva de um candidato sobre o outro.
Confira os números da pesquisa:
Lula (PT): 50% dos votos válidos, alta de 1 ponto percentual.
Flávio Bolsonaro (PL): 50% dos votos válidos, queda de 1 ponto percentual.
Ficha técnica: pesquisa nacional PoderData/Aya, realizada de 13 a 15 de outubro de 2026, com 3.000 entrevistados, margem de erro de 1,8 ponto percentual e nível de confiança de 95%. Registro no TSE: BR-04258/2026.

O texto Hora da virada? Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 50% dos votos válidos em nova pesquisa PoderData/Aya foi publicado primeiro no Observatório dos Famosos.

O dia

 


O ponto de luz no mar de nuvens vem do sol anunciando que está ali, sempre. Vaiado por cearenses ou esperado com festas em Catas Altas da Noruega, em Minas Gerais , sua promessa de dar vida a vida se cumpre todo dia e faz nascer esperança no orvalho.

Flávio Bolsonaro cita Huck e executivo demitido e leva sermão de Renata Lo Prete

 


Apesar do almoço de Flávio Bolsonaro com o presidente do Grupo Globo horas antes da sabatina do candidato ao vivo na TV, Renata Lo Prete não pegou leve com o senador na noite desta sexta-feira (16). Ela chegou a dar um sermão no presidenciável após ele citar a relação de Daniel Vorcaro com Luciano Huck e com Frederic Kachar, ex-diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio do conglomerado, demitido na quinta (15) após conversas dele com o banqueiro virem à tona. "São coisas bem diferentes", ressaltou a âncora.
O assunto surgiu depois de a apresentadora do Jornal da Globo questionar Flávio sobre os R$ 70 milhões pagos por Vorcaro para o financiamento do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado.
"Com os recursos que foram aportados por ele [Vorcaro] e mais outros investidores, nós conseguimos concluir o filme. Simples assim. Uma relação privada, um dinheiro totalmente lícito, como era também o dinheiro aqui na Globo", começou a responder o senador.
"O programa do Luciano Huck recebeu mais de R$ 100 milhões, R$ 160 milhões, se não me engano, para fazer uma propaganda do banco do Vorcaro. E o que tem de errado nisso? Nada. Um diretor da Globo acabou de ser exonerado porque ele promovia eventos bancados pelo Vorcaro no Valor Econômico, lá em Nova York. Tem alguma coisa de errado? Eu acho que não, mas ele feriu o código de ética da empresa e sofreu as consequências. Da minha parte, não tem nada de errado", minimizou Flávio.
Renata esperou o político concluir sua fala para rebater o que ele havia dito. "Candidato, eu preciso fazer dois esclarecimentos. Primeiro a questão dos patrocínios. É importante a gente esclarecer que compra de espaço comercial, de patrocínio, não é igual a financiamento de filme. As compras de patrocínio na programação da TV Globo obedecem a regras de transparência, são ditadas pelo mercado. E mais importante, até para a nossa conversa ficar clara, elas não têm nada a ver com a linha editorial e com a independência editorial do Jornalismo da TV Globo", falou a âncora, calmamente.
"A outra questão é a do então diretor do Grupo Globo, que teve conversas reveladas com o Daniel Vorcaro, isso foi revelado anteontem, e ontem ele foi desligado da empresa ontem. Então são coisas bem diferentes", cravou ela.
As perguntas sobre Vorcaro ainda renderam outro momento inusitado. Quando Flávio citou um suposto áudio em que o banqueiro diz que deu R$ 30 milhões "por fora" para a produção de um filme sobre Lula, Renata o cortou. "Candidato, já que o senhor mencionou esse áudio, eu preciso fazer uma coisa importante", disparou a jornalista.
"Eu tenho procurado pautar essas entrevistas por fatos estabelecidos, respaldados ou nas investigações dos órgãos competentes, ou de apurações jornalísticas da TV Globo. Só com base nisso, eu estou lhe fazendo perguntas. Então, eu sugiro que a gente não traga essa história aqui porque ela mistura coisas que a gente não ter o terreno firme para pisar", apontou.
"Eu estou fazendo essas perguntas sobre o financiamento do filme porque o seu pai não é qualquer pai, ele é ex-presidente da República, e o senhor não é qualquer filho, o senhor é candidato à Presidência da República", distinguiu. "E eu vou responder todas", assegurou Flávio Bolsonaro.
A âncora ainda adotou uma postura incisiva ao questionar o político sobre sua mudança de posicionamento sobre o fim da escala 6x1, sobre a prorrogação do mandato presidencial para cinco anos, sobre a relação do ministro Kassio Nunes Marques (indicado por Jair Bolsonaro ao STF) com Vorcaro e sobre a prisão de Márcio Canella e Rodrigo Bacellar, próximos do candidato.

Renata ainda foi sarcástica ao perguntar sobre a proposta de Flávio de retirar a marcação das cápsulas de munição vendidas a civis, atiradores e policiais, o que na prática dificultaria investigações. Ele disse que era um "detalhezinho" e que o importante era acabar com a impunidade. Ao terminar sua fala, o político questionou se ela havia entendido. "Entendi que eu fiquei sem resposta", disparou a jornalista, sem hesitar.

Novo de novo

 

Manuel de la Peña, especialista em longevidade: "O papa salvou a sua vida graças aos seus hábitos e costumes saudáveis"
O papa Leão XIV recupera-se de uma cirurgia pulmonar realizada no hospital Gemelli, em Roma. A intervenção ocorreu sem complicações para a retirada do lóbulo inferior do pulmão direito devido a um adenocarcinoma detectado em estágio inicial durante exames de rotina.
A respeito da rápida evolução do pontífice, o cardiologista e especialista em longevidade Manuel de la Peña destaca o papel crucial do seu estilo de vida: "O papa salvou a sua vida graças aos seus hábitos e costumes saudáveis".
Os pilares de saúde e longevidade do pontífice
Embora o autocuidado não seja uma garantia absoluta contra o surgimento de doenças graves, manter o organismo fortalecido altera significativamente a capacidade de resposta e recuperação do corpo diante de intervenções cirúrgicas.
Entre os hábitos diários do papa que favorecem a vitalidade e a longevidade, o médico destaca:

Atividade física constante: caminhadas diárias e exercícios regulares para manter o sistema cardiovascular e a musculatura ativos.
Alimentação equilibrada: cuidado contínuo com a nutrição para evitar inflamações e fortalecer a imunidade.
Saúde mental e bem-estar emocional: prática regular de meditação e dedicação a hobbies como a música e o canto.
Senso de propósito: ter um propósito claro de vida, fator que a ciência associa diretamente à longevidade e ao envelhecimento saudável.
"Essas características são o denominador comum das pessoas centenárias", reforça o cardiologista.

Fora de casa é uma fera

 

Em jogo de golaços e expulsões, Fortaleza vence o Sport e se aproxima do líder

Tricolor cearense vence com gols de Cardona e Rodriguinho e freia luta do rival pelo G-6 da Série B

  • O JOGOSport 0 x 2 Fortaleza | Melhores momentos | 34 ª rodada | Série B 2026
  • Como fica?

    A vitória dos cearenses recoloca o clube na briga pelas duas primeiras colocações na classificação da Série B, o que garante acesso direto à elite nacional do ano que vem. Em quarto lugar, o Fortaleza chegou aos 60 pontos, mesmo somatório do segundo lugar, o Novorizontino, que leva vantagem no número de vitórias. Derrotado, o Sport estacionou nos 51 pontos e ampliou para três a diferença em relação ao Atlético-GO, sexto colocado. Porém, o Rubro-negro ainda pode ver a distância aumentar no complemento da rodada caso o CRB vença o Botafogo-SP. (Veja a tabela).

  • Agenda de jogos

    O próximo compromisso do Fortaleza pela Série B será diante da já rebaixada Ponte Preta. O Tricolor do Pici visita o adversário paulista no próximo sábado, às 18h30, no Moisés Lucarelli. Já o Sport volta a entrar em campo na competição na próxima sexta, às 21h, em novo confronto pesado pelo sonho do G-6: enfrenta o Criciúma. A partida será novamente na Ilha do Retiro.

  • Rodriguinho comemora gol de falta no duelo entre Sport x Fortaleza, pela 34ª rodada da Série B
  • Bom dia

                                                                         O Poder da Mensagem


    Fica ruim sem seu "Oiiiii"

     


    Datafolha: Lula sobe, Flávio cai e os dois estão em empate técnico

     


    Senador oscilou negativamente em relação à semana anterior, quando liderava por 52% a 48%; pesquisa aponta empate técnico a dez dias do segundo turno.
    A dez dias do segundo turno da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15). A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que configura empate técnico entre os candidatos.
    No levantamento anterior, realizado uma semana antes, o senador aparecia com 52% dos votos válidos, ante 48% de Lula. A diferença entre os dois caiu de quatro para dois pontos percentuais.
    Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45%. Na pesquisa anterior, o senador tinha 49%, e o presidente mantinha os mesmos 45%.
    O percentual de votos brancos e nulos passou de 5% para 6%. Já a proporção de eleitores indecisos subiu de 1% para 2%. A margem de erro geral do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
    A pesquisa ouviu 2.520 eleitores em 153 municípios, entre terça-feira (13) e quarta-feira (14), por encomenda da Folha de S.Paulo. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00466/2026.
    Flávio lidera no Sudeste e entre evangélicos
    O senador mantém vantagem sobre Lula no Sudeste, região que representa 42% da amostra da pesquisa e concentra esforços das duas campanhas. Entre os eleitores da região, Flávio tem 51% das intenções de voto, contra 41% do presidente, resultado semelhante ao registrado na semana anterior.
    A vantagem do candidato do PL também aparece entre os eleitores com renda familiar de dois a cinco salários mínimos, grupo que corresponde a 37% dos entrevistados. Nesse segmento, Flávio soma 55%, enquanto Lula alcança 40%.
    Entre os eleitores do Sul, que representam 14% da amostra, o senador registra 57%, contra 35% do petista. Entre os evangélicos, grupo equivalente a 30% dos entrevistados, a vantagem é de 62% a 29%. Nesse segmento religioso, porém, Flávio oscilou sete pontos percentuais para baixo, variação dentro da margem de erro específica de quatro pontos percentuais.
    Lula, por sua vez, mantém vantagem entre os eleitores de menor renda, os católicos, os menos escolarizados e os nordestinos. Entre os 47% mais pobres da amostra, o presidente tem 53%, contra 38% de Flávio.
    No eleitorado católico, que corresponde a 48% dos entrevistados, Lula aparece com 52%, ante 42% do senador. Entre os eleitores com menor escolaridade, grupo que representa 27% da amostra, o petista registra 56%, enquanto Flávio tem 36%. No Nordeste, que reúne 27% dos entrevistados, Lula lidera por 61% a 32%.

    A pesquisa também aponta diferenças entre os gêneros. Entre as mulheres, que representam 51% da amostra, Lula tem 49% das intenções de voto, contra 40% de Flávio. Entre os homens, que correspondem a 49% dos entrevistados, o senador lidera por 52% a 40%.