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O dia


Muitas vezes botar o carro adiante dos bois, pode ser um sinal de mea culpa. Muitas vezes uma desculpa não pedida é uma confissão antecipada. Muitas vezes quem joga pedra na lua, se faz de doido pra melhor passar. E, pra começar a semana com vontade de preguiçar, vale lembrar versos antigos de Assenso Ferreira, magnífico poeta pernambucano: "Hora de comer, comer. Hora de beber, beber. Hora de trabalhar... pernas pro ar que ninguém é de ferro".

Ele tem mania de tapetão.


Suprema Corte dos EUA barra tentativa de Trump de forçar Califórnia a anular votos
Na véspera das eleições de meio de mandato, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou na segunda-feira (02/11) um pedido do governo norte-americano para bloquear 20 mil cédulas por correspondência na Califórnia que, de acordo com o presidente Donald Trump, teriam sido enviadas por pessoas que não estão autorizadas a votar porque não são consideradas cidadãs do país.
A decisão do tribunal de apelação em negar o recurso de emergência submetido pelo Departamento de Justiça configura um novo revés para a gestão de Trump. Enquanto o governo federal diz que essas cédulas não devem ser contadas até que o status dos eleitores possa ser verificado, as autoridades da Califórnia argumentam que a lista é pouco confiável e provavelmente inclui muitos que são cidadãos dos Estados Unidos.
De acordo com o jornal britânico The Guardian, nas últimas semanas, o estado da Califórnia e o governo Trump têm estado em um “impasse legal”. Em 15 de outubro, o Departamento de Justiça chegou a entregar um pen drive aos oficiais eleitorais de Los Angeles e Sacramento com os nomes de supostos “não cidadãos”, dando um prazo de 48 horas para que os oficiais revisassem a lista. O órgão oficial também ameaçou processar se as cédulas não fossem sequestradas até que os listados pudessem verificar sua cidadania. Os oficiais eleitorais, porém, recusaram esse pedido.
O juiz David Carter, do Distrito Central da Califórnia, considerou que o pedido do Departamento de Justiça violaria a autonomia do estado para organizar suas próprias eleições e colocaria em risco o direito de voto no contexto de acusações infundadas.
“O Departamento de Justiça não forneceu evidências, fontes ou metodologia subjacentes que sustentam suas alegações de que indivíduos identificados em seus registros são inelegíveis para votar”, disse também Dean Logan, secretário e registrador do condado de Los Angeles.
Em resposta à ordem do governo de colocar agentes federais nos locais de votação, o governador Gavin Newsom anunciou que enviará advogados e observadores de leis eleitorais em nível estadual com o objetivo de “proteger cada voto”.
“A Califórnia está mortalmente séria quanto à segurança das eleições de meio de mandato de amanhã. Se Trump tentar interferir nas cédulas da Califórnia, pode ter certeza absoluta de que processaremos aqueles que o ajudarem. Os californianos merecem uma eleição livre e justa, e é exatamente isso que entregaremos“, escreveu Newsom na segunda-feira em rede social.Suprema Corte dos EUA barra tentativa de Trump de forçar Califórnia a anular votos.

Lula evita antecipar debate sobre sucessão e amplia opções para Casa Civil

 


Entre os cotados estão Fernando Haddad, Camilo Santana e Gleisi Hoffmann
A definição sobre quem assumirá a Casa Civil no quarto mandato do presidente Lula (PT) ganhou novos contornos após o chefe do Executivo decidir expandir o rol de nomes avaliados para a pasta responsável por articular os ministérios e a relação com os entes federativos, informa a CNN Brasil.
A movimentação ocorre para blindar a escolha do comando do ministério estratégico de especulações eleitorais adiantadas. Segundo interlocutores do governo, o mandatário tem expressado a aliados a preocupação de que nomear determinados quadros para o posto seja interpretado no ambiente político como uma “unção” a um sucessor, debate que o presidente busca distanciar de seu foco atual.
Embora a disputa afunilasse inicialmente entre os ex-ministros Fernando Haddad (PT) — apontado como favorito no período pré-eleitoral — e Camilo Santana (PT), impulsionado pela atuação decisiva no núcleo da campanha durante o segundo turno, o cenário se abriu para novos nomes por iniciativa do próprio Lula. Aliados próximos sugeriram a inclusão da ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT) nas conversas.
Diante do impasse para o posto central do governo, assessores presidenciais estudam como acomodar a força política de Haddad e Camilo em posições de alto impacto administrativo que garantam protagonismo aos dois, sem carimbar uma preferência sucessória. Entre os caminhos em debate estão o Ministério da Segurança Pública, condicionado à aprovação da PEC que amplia as atribuições da União na área, e o Ministério da Educação, encarregado de conduzir prioridades como a escola em tempo integral e o Pé-de-Meia Universitário.

A preocupação de Lula em relação ao peso simbólico da Casa Civil remonta à candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010. Ela liderou a pasta entre 2005 e 2010 e foi escolhida pelo presidente para sucedê-lo na disputa pelo Palácio do Planalto. À época, Dilma ganhou projeção nacional ao gerenciar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Coluna do Macário Batista em 03 de novembro de 2026

Luizianne Lins assina PEC para fortalecer a soberania digital do Brasil
A deputada federal e senadora eleita Luizianne Lins (Rede-CE) assinou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) destinada a fortalecer a soberania digital do Brasil, ampliar a independência tecnológica nacional e impedir interferências estrangeiras em decisões estratégicas do país. A iniciativa busca estabelecer uma política de Estado para garantir o controle brasileiro sobre dados, infraestruturas e tecnologias consideradas essenciais ao interesse nacional. A proposta altera os artigos 21 e 22 da Constituição Federal e acrescenta o artigo 219-C, estabelecendo novas competências para a União no planejamento, na promoção e na garantia da soberania digital. O texto prevê a exploração, o provimento, a regulação e a fiscalização das atividades de agentes nacionais e estrangeiros que ofereçam serviços digitais ou operem infraestruturas tecnológicas no território brasileiro. De acordo com a PEC, a soberania digital é definida como a capacidade do Estado e da sociedade de determinar autonomamente seu desenvolvimento econômico, cultural e tecnológico, exercendo controle efetivo sobre infraestruturas, dados, tecnologias e serviços digitais estratégicos. A proposta também determina que a União promova a soberania digital em cooperação com estados, Distrito Federal e municípios, criando condições para uma atuação coordenada do poder público na proteção dos interesses tecnológicos nacionais. Um dos principais objetivos da PEC é reduzir a vulnerabilidade brasileira diante da influência de empresas e governos estrangeiros sobre sistemas digitais estratégicos. Na justificativa, os autores defendem a criação de bases constitucionais para prevenir interferências externas em decisões civis e militares, fortalecer a capacidade tecnológica nacional e assegurar que o desenvolvimento e a utilização de tecnologias digitais estejam subordinados ao interesse público. A iniciativa também procura garantir que o Brasil tenha maior autonomia sobre suas infraestruturas e seus dados, em um cenário internacional marcado pela crescente importância econômica, política e estratégica das plataformas digitais, da inteligência artificial e dos sistemas de processamento de informações.Com a assinatura da proposta, Luizianne Lins se associa à defesa de um marco constitucional para a soberania digital, tema que deverá integrar os debates sobre desenvolvimento tecnológico, segurança nacional e regulação das grandes empresas de tecnologia no próximo período legislativo.

A frase: “O documento estabelece que essa autonomia deve ser exercida em conformidade com os direitos fundamentais, os princípios da República e os tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.” No documento que a Senadora assinou.

É hoje (Nota da foto)
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), marcou para esta terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, considerada uma das prioridades do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Acomodações
Já foi dito aqui; o Governador Elmano de Freitas deverá chamar para secretarias e postos importantes, deputados federais e estaduais, eleitos em 3 de outubro .Elmano precisa acomodar suplentes com potencial, sem perder a ternura.

Agora vai
Projeto de lei apresentado recentemente permitiria a dedução do Imposto de Renda de despesas com consultas, tratamentos e exames veterinários de cães e gatos.

E coelho, preá,cotia,pixuna?
Do senador Plínio Valério (PSDB-AM), o PL 5.668/2026 prevê o abatimento das despesas da base de cálculo do IR até o limite anual de R$ 2.275,08, valor previsto para a dedução de despesas com dependentes.
 
 

Capa do jornal OEstadoCe

 


Bom dia

                                                                    O Poder da Mensagem


Mente mais que calango dizendo sim

 


O bicho mente
Acessos da Índia? Vídeo de Nikolas sobre o Nordeste gera polêmica
Nikolas Ferreira (PL-MG) ultrapassou dezenas de milhões de visualizações com o vídeo “O Nordeste que foi esquecido.”. O deputado reeleito provocou debates, logo após os bastidores da gravação viralizar. Agora, o parlamentar se viu no centro de uma nova polêmica: internautas têm apontado que 73% das visualizações do vídeo vieram da Índia.

Lula venceu pela mobilização nas ruas e nas redes, diz Marcos Coimbra

 


Sociólogo traça balanço histórico do segundo turno, aponta falhas metodológicas nas pesquisas e exalta a reação da sociedade civil contra o extremismo
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante discurso de reeleição, São Paulo (SP)
Crédito: Ricardo Stuckert
247 – A vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais representou não apenas uma virada aritmética expressiva nas urnas, mas um triunfo direto do engajamento popular sobre o desalento que dominava o ambiente político. A análise detalhada desse desfecho foi apresentada pelo sociólogo Marcos Coimbra durante o programa Forças do Brasil, transmitido ao vivo pela TV 247 e apresentado pelo jornalista Mário Vitor Santos.
Em diálogo com a bancada, Coimbra dissecou os fatores que culminaram na virada histórica que agregou cerca de 10 milhões de votos adicionais à candidatura petista entre a primeira e a segunda etapa da disputa. Para o especialista, a equação vitoriosa combinou a estatura política e a capacidade de renovação de Lula com uma mobilização espontânea que partiu das periferias, dos jovens e de movimentos organizados em todo o território nacional.
A força da mobilização: ruas, redes e sociedade viva
Ao analisar as causas determinantes do resultado, Coimbra pontuou que toda eleição presidencial envolve uma combinação de fatores absolutos e relativos. Do lado relativo, o sociólogo destacou a fragilidade política e moral do projeto adversário encabeçado pela extrema-direita. Do lado absoluto, ressaltou a dimensão histórica de Lula como liderança global e sua habilidade de “consertar o avião em pleno voo” — adaptando tom, discurso e postura à urgência do momento.
Contudo, o ponto de inflexão mais marcante ocorreu fora dos gabinetes eleitorais. Segundo Coimbra, o susto do primeiro turno forçou o campo progressista e a sociedade civil a um despertar coletivo:
“Foi um movimento extraordinário de pessoas dizendo que não aceitariam aquele retrocesso. O sentimento de votar em Lula não nasceu na manhã do domingo; ele existia, estava sendo gestado na sociedade e se manifestou com intensidade inegável.”
Essa reação ganhou tração decisiva a partir do engajamento juvenil — exemplificado pela articulação de estudantes universitários, coletivos periféricos e influenciadores em redes digitais — que substituiu a passividade pela ação direta de convencimento, voto a voto, nas ruas e nas plataformas digitais.
As pesquisas sob xeque: a necessidade de autocrítica metodológica
Um dos eixos centrais da conversa foi a discrepância entre as projeções divulgadas pelos institutos de pesquisa ao longo do segundo turno e o resultado sacramentado pela Justiça Eleitoral. Coimbra enfatizou que a avalanche de levantamentos apontando desvantagem para a campanha de Lula gerou uma atmosfera artificial de desânimo na opinião pública informada.

O sociólogo advertiu para o risco democrático de a pesquisa deixar de cumprir seu papel descritivo para atuar como indutora de comportamento:
O efeito desmobilizador: Quanto mais o eleitor consumia noticiário pautado por oscilações diárias e margens desfavoráveis, maior era a sensação de derrota inevitável.
A profecia que quase se cumpriu: Coimbra alertou que um ambiente de pessimismo sistemático poderia ter sufocado a ida às urnas caso a militância e o eleitor comum tivessem se rendido aos números.
Falta de sensibilidade aos fluxos subterrâneos: Os institutos falharam em captar o movimento real de transporte de eleitores, organização comunitária e adesão silenciosa em regiões como o Norte e o Nordeste.
Para o diretor do Vox Populi, o setor de pesquisa no Brasil precisa realizar uma autoavaliação rigorosa e transparente após sucessivos ciclos de divergências com o sentimento popular, evitando que o instrumento perca de vez sua credibilidade perante a cidadania.
O peso da incumbência e o isolamento da extrema-direita
Outro elemento decisivo destacado na análise foi o comportamento do eleitor indeciso na reta final. Coimbra observou que, historicamente, a tendência das disputas de segundo turno beneficia o incumbente quando este detém entregas palpáveis e estabilidade a oferecer, em oposição a aventuras institucionais. O crescimento de Lula em todas as unidades da federação refletiu a busca por segurança política e reconstrução institucional.
O sociólogo também avaliou que o encerramento do pleito sela o declínio do núcleo tradicional do bolsonarismo. Desgastado por posturas erráticas, disputas fratricidas e derrotas acumuladas, o clã perdeu capacidade de articulação hegemônica sobre a direita:
“Quase entregamos o país a um projeto degradante. Se não fossem os jovens, os trabalhadores, as mulheres, as populações indígenas e a diversidade desse Brasil vivo, o custo institucional seria incalculável.”
Esperança e o recado ao mundo
O desfecho do processo eleitoral brasileiro foi recebido internacionalmente com alívio, funcionando como um contraponto geopolítico relevante em um período marcado pelo avanço de correntes autoritárias no Ocidente. Coimbra concluiu destacando que o resultado deixa lições permanentes para o campo progressista: a necessidade de manter canais abertos com as bases populares, a primazia da mobilização nas ruas e o entendimento de que disputas eleitorais não se vencem em tabelas estatísticas, mas na convicção dos cidadãos em defender o próprio futuro.

Expoece mira R$ 30 milhões em negócios e reforça perfil empresarial

 


Feira reúne 359 empresas e amplia espaço para negociações B2B, com expectativa de elevar em 50% o volume movimentado em relação a 2025
Por Emanuel Santos do jornal OEstadoCe
A edição 2026 da Exposição Agropecuária e Industrial do Estado do Ceará (Expoece) teve início no último final de semana e está levando visitantes ao universo do campo no meio de Fortaleza. A expectativa é elevar em 50% o volume movimentado em 2025 e chegar a casa dos R$ 30 milhões em negócios. Para isso, os organizadores da 70ª Expoece apostam na relação B2B, no Parque de Exposições Governador César Cals, até o próximo dia 8 de novembro.
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Para além das tradicionais exposições de cerca de 420 bovinos e 800 caprinos e ovinos, a exposição ampliou o espaço para o B2B (sigla para Business-to-Business ou de empresa para empresa), é o que destaca o presidente da Associação dos Criadores do Ceará (ACC), Braga Almeida.
“A Expoece é uma exposição tradicional, a maior exposição agropecuária do Estado do Ceará, em número de animais e em número de visitantes. A partir de 2022, a gente está resgatando essa questão dos expositores empresários dos ramos de máquinas, equipamentos e tudo ligado a essa área ou até de outras atividades, pois na realidade, uma coisa agrega a outra. Se eu tenho uma exposição agropecuária, necessariamente eu tenho que ter empresas que trabalham com produtos, com maquinário, vinculado, ligados à agropecuária. A gente observou que nesses últimos 20 anos necessitava desse trabalho”, afirmou o presidente.
De acordo com Braga Almeida, a exposição deste ano abriu os trabalhos com 359 empresas e pequenos negócios. “Então, esses 70 anos vem coroar essa essa situação do Expoece voltar até a força que ela estava precisando, pois foi considerada, inclusive, Patrimônio Imaterial e Cultural do Estado do Ceará, pela tradição que tem. Com isso, ela movimenta financeiramente o município, pois gera emprego e impostos para o município e para o estado. Então, economicamente é uma exposição que voltou a ter essa característica forte de negócio”, ressaltou.
Visitantes
A Expoece encanta tanto pelos animais como pelos produtos expostos e comercializados. Para Iana Moreira, os animais em tamanho reduzido foram o que mais chamou a atenção. “Os bichos que eu nunca vi assim de perto, como os cavalinhos pequenininhos (pôneis) e as vaquinhas pequenas. São bem engraçados”, brincou a visitante acompanhada do marido, Sólon Junior, e da pequena Beatriz.

Para a artesã piauiense Teresinha Rodrigues, de 84 anos, o que enche os olhos é o artesanato. “Aqui é muito bom. Já até me alimentei. O artesanato é o que chama mais atenção, pois faço crochê e fuxico. E as pinturas também, pois eu pinto”, comentou a idosa que estava acompanhada da filha, Ana Maria.

Câmara inicia tramitação do orçamento de Fortaleza proposto por Evandro para 2027

 


Do total previsto, R$10,659 bilhões correspondem ao Orçamento Fiscal e R$6,881 bilhões ao Orçamento da Seguridade Social
A Câmara de Fortaleza iniciou a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2027, que prevê recursos orçamentários de R$17,54 bilhões para o município.
O PLO 460/2026, encaminhado pelo prefeito Evandro Leitão (PT), foi lido na sessão plenária desta quinta-feira (29) e seguirá para análise conjunta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e da Comissão de Orçamento, Fiscalização e Administração Pública (COFAP).
Do total previsto, R$10,659 bilhões correspondem ao Orçamento Fiscal e R$6,881 bilhões ao Orçamento da Seguridade Social. Na Mensagem de encaminhamento, o prefeito Evandro Leitão (PT) afirma que a proposta considera o cenário nacional, assim como projeções realistas de arrecadação.
“A proposta de orçamento de 2027 foi elaborada com base em premissas macroeconômicas realistas, levando em consideração o cenário nacional de moderação fiscal e as projeções de arrecadação municipal, de forma a assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas e garantir a execução das políticas públicas prioritárias”, informa o Executivo.
O texto também ressalta o alinhamento ao Plano Plurianual (PPA) 2026-2029, assim como ao Plano Fortaleza 2040. Após a análise das comissões, o texto retorna ao Plenário para análises e discussões.
Na mensagem, o Executivo destaca que a elaboração do PLOA 2027 contou com a participação popular por meio de 12 Fóruns Territoriais, realizados nas Regionais de Fortaleza entre 12 e 18 de junho de 2026.
Além disso, foram realizadas consultas virtuais pelo Sistema Fortaleza Participa, entre os dias 12 e 21 do mesmo mês.

Segundo o Executivo, a etapa permitiu que a população indicasse prioridades e definisse a distribuição territorial das propostas a serem incluídas no PLOA 2027.