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Ibrahimovic diz que Cabo Verde foi roubado contra Argentina e não acredita em coincidência.

 

Ibrahimovic diz que Cabo Verde foi roubado contra Argentina e não acredita em coincidência
O ex-centroavante sueco Zlatan Ibrahimović não se conteve na noite desta sexta-feira (03), após o jogo entre Argentina e Cabo Verde: “depois de assistir ao jogo contra Cabo Verde, não consigo mais acreditar que seja apenas coincidência. O árbitro pareceu tomar 9 de cada 10 decisões importantes a favor da Argentina”, exclamou.
Segundo Ibrahimović, “houve várias faltas em jogadores de Cabo Verde que ele ignorou. Ele permitiu que Messi cobrasse uma falta rapidamente antes que a barreira estivesse devidamente formada, e Messi não foi advertido. A quantidade de acréscimos também pareceu ir muito além do esperado.”
Vitória comprada
“Ao analisar tudo isso, surge a dúvida se a Argentina está sendo tratada de forma diferente dos outros países. Se você precisa vencer a Copa do Mundo em meio a polêmicas todas as vezes, então não há motivo para se gabar, pois dá a impressão de que o torneio foi facilitado para você — que a vitória não foi conquistada por mérito, mas comprada”, encerrou.
Infantino deixou escapar
Já o presidente da FIFA, Gianni Infantino, não se conteve durante entrevista após o jogo e deixou escapar que “sofreu pela Argentina hoje”. Ao perceber o que falou, ele se corrigiu rapidamente e avisou que é “neutro”. Ou, pelo menos, deveria ser.
Penso eu - Tenho o mesmo sentimento dele.

Não sabia que cotoco era gesto obsceno

 

Por que Lula mostrou o dedo do meio durante evento no Planalto
Uma cena inusitada marcou o último dia de entregas do governo federal antes do início das restrições impostas pelo período eleitoral. Enquanto criticava a ideia de que "pobre não gosta de coisa boa", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostrou o dedo do meio diante do público presente na cerimônia.
"Precisamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles", disse o presidente, enquanto fazia o gesto obsceno em discurso no Palácio do Planalto nessa sexta-feira (4).
"Nós gostamos de coisa boa. Nós queremos é tudo de primeira: comida de primeira, roupa de primeira, viajar de primeira, dentista de primeira, médico de primeira. Acabar com essa bobagem", continuou.
Lula ainda emendou com uma crítica a um discurso que atribuiu às elites de que o acesso a melhores condições de saúde depende da capacidade de pagamento.
"O rico fala: 'eu tenho um bom plano de saúde, eu tenho bons médicos, porque eu pago'. Aqui, ele não paga porra nenhuma. Ele desconta do Imposto de Renda o que ele paga de plano de saúde. Se ele desconta do Imposto de Renda, quem paga somos nós", afirmou o petista.
Na cerimônia, o Executivo anunciou entregas nas áreas de moradia, educação e saúde.
A partir deste sábado (4), três meses antes do primeiro turno das eleições, passam a valer as restrições previstas na legislação eleitoral para impedir o uso da máquina pública em benefício de candidaturas.
Entre as restrições estão limitações à publicidade institucional e à participação de agentes públicos em inaugurações de obras.

Como mostrou a CNN, o PT (Partido dos Trabalhadores) decidiu oficializar a candidatura de Lula à reeleição no dia 2 de agosto, em São Paulo.

O dia

 

Quando a gente está no verão europeu, naquele calorão desesperador, ou no inverno russo de 20 abaixo de zero, não lembra que em Minas,no verão dá 35 e no inverno cai a 1 ou 2 positivos. As vezes zera. Mas no Ceará, à beira mar, em meio aos espigões de Fortaleza cheirar os 18 no quebrar da barra...assusta. E olha essa cara de chuva.

Bom dia


 

Estação do metrô Luíza Távora vai
destruir a área de lazer da praça
As intervenções, mesmo sendo subterrâneas, interferirão no logradouro público e na movimentação. A praça passa a ser o local de entrada e saída de uma estação.
Por Elizabeth Rebouças
A praça Luiza Távora, também conhecida como praça da Ceart, localizada na avenida Santos Dumont, bairro Aldeota, está prestes a passar por uma transformação. Vai deixar de ser praça, local de lazer, para ser um espaço de entrada e saída de uma das estações do Metrô Leste de Fortaleza. A tradicional rotina diária de muitas pessoas como o assessor turístico, Wilame Maia: “Faço minha caminhada e ao final uma oração aos pés da santa para começar o dia” vai deixar de acontecer, assim como a comercialização de lanches, pipocas e sanduíches, o banho nas fontes, e o passeio das crianças de bicicleta ou a utilização do parquinho. Tudo isso vai ficar dentro do canteiro de obras a partir do fim de 2026 ou no início de 2027.
Toda essa retirada acontecerá para dar vida a expansão da Linha Leste do Metrô de Fortaleza que passará pela Sé, praça Luiza Távora e Virgílio Távora (Ver box localização). A Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) já publicou no Diário Oficial do Estado o edital de licitação para contratação da empresa responsável pela construção das três novas estações subterrâneas. De acordo com o edital, o acolhimento das propostas seguirá até às 8h30 do dia 10 de agosto de 2026.
O prazo previsto para execução do contrato é de 30 meses, contados a partir da emissão da Ordem de Serviço. Nesses cálculos, o ambientalista Leonardo Jales, da flora cearense, diz que a obra inviabiliza o uso da praça por dois anos e meio se o prazo for cumprido, “coisa que raramente acontece”. Ele compara com a estação do Colégio Militar que também era para ficar concluída em 30 meses e já está com sete anos “e não terminou”.
O vereador Gabriel Aguiar (Psol) protocolou um requerimento solicitando a realização de uma audiência na Câmara, com a participação de ambientalistas, permissionários, moradores, esportistas para debater a questão. Tanto Gabriel quanto Leonardo defendem a existência do metrô, porém passando por outro local da área: “Acontece que o governo não quer gastar com desapropriação e prefere acabar com a praça mais bonita de Fortaleza”, reforça Leonardo indicando um terreno na Monsenhor Bruno, que é federal, e daria para abrigar a estação.
A escolha do local segundo a Seinfra se baseia em estudos técnicos de demanda e mobilidade, posicionando a parada de forma estratégica a cerca de 900 metros de distância das estações Colégio Militar e Nunes Valente para expandir a cobertura do sistema metroviário e o acesso à área central da capital. Leonardo Jales destaca que essas novas estações não constavam do projeto inicial.
São 60 árvores no espaço
A Seinfra informou ao Estado, por nota, que “a estrutura subterrânea da estação será construída pelo método NATM (New Austrian Tunneling Method), uma técnica construtiva que reduz significativamente os impactos na superfície e que foi escolhida justamente em razão das especificidades da praça, sendo essa a única estação de toda a Linha Leste projetada sob este modelo”.
Segue a nota: “o planejamento garante que não haverá interferência nos equipamentos tombados conhecidos como "castelinhos", nem impactos ao estacionamento junto à Avenida Santos Dumont ou necessidade de interdição da via durante os trabalhos. A Linha Leste já possui licença ambiental prévia”.
Após a contratação, explica a nota que “caberá à empresa vencedora elaborar os projetos básico e executivo, além dos estudos ambientais complementares e obtenção das licenças de instalação que serão submetidos à aprovação dos órgãos competentes municipais”.
Quanto à vegetação local, “não há definição, neste momento, sobre eventual necessidade de supressão de árvores, diagnóstico que só poderá ser realizado após a conclusão dos estudos ambientais e projetos executivos. Caso algum manejo vegetal seja necessário, o procedimento seguirá rigorosamente a legislação ambiental vigente, aplicando medidas de compensação, transplante e replantio”.
Leonardo Jales, ao observar o projeto, calcula o corte de 60 árvores de espécies nativas, entre jacarandá, torem, carnaúba, peroba, flamboyants, brincos-de-princesa, cajueiro e abricó de macaco. Leonardo lembra que “Fortaleza só conta com 16% de sua área verde, precisando preservar, e o governo faz o contrário potencializando as ilhas de calor da cidade.”
O advogado ambientalista que cuida de um mine bosque na praça há 15 anos destaca que vai ser aberta uma cratera de 33 metros de largura e15 metros de profundidade numa lateral e 12m noutra, para a estação que contará inclusive com mine shopping subterrâneo. No seu entender, a praça que hoje é um local de convívio vai ser é um espaço de entrada e saída de uma estação de metrô, vai se transformar num local de fluxo intenso.
Localização das três novas estações
A Estação da Sé estará delimitada pelas ruas Costa Barros, São José, Senador Almir Pinto e Coronel Ferraz, ao sul do Parque Pajeú, nas imediações do Paço Municipal e da Catedral Metropolitana. Atrás do polo de moda do Buraco da Gia.
A Estação Luíza Távora ficará localizada na praça, entre as ruas Carlos Vasconcelos e Monsenhor Bruno. Os acessos ficarão voltados para a praça (principal) e para a avenida Santos Dumont (secundário).
Já a Estação Virgílio Távora estará localizada na avenida Santos Dumont, entre a rua Coronel Linhares e a avenida Senador Virgílio Távora.
Esqueceram de preservar
O fulcro da questão, na opinião do presidente da ACI- jornalista Eliezer Rodrigues, que é autor do livro sobre o Castelo do Plácido, que existiu naquele espaço da praça Luiza Távora, o planejamento para o feito atual de engenharia atinge uma área, “que por desídia, principalmente de autoridades, foi ocupada por uma edificação cearense que tinha influência e traços na arte colonial formando o conceito arquitetônico do Ecletismo”.
O jornalista relembra que “se o Decreto-Lei do Presidente da República, Getúlio Vargas, de 1937, tivesse sido cumprido no Ceará, o Palácio do Plácido ainda hoje estaria de pé, e ornamentando a passagem do metrô entre a Av. Santos Dumont e as ruas laterais Carlos Vasconcelos e Monsenhor Bruno.”
Ele explica que em 1937, com a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Decreto-Lei assinado pelo então Presidente da República Getúlio Vargas considerava como "patrimônio cultural móveis ou imóveis existentes no Brasil, e cuja conservação é de interesse público por sua vinculação a fatos memoráveis. O objetivo do tombamento de um bem cultural é impedir sua destruição e mutilação, mantendo-o preservado para futuras gerações".
Por Elizabeth Rebouças da Editoria Especial do jornal OEstadoCe

O Poder da Mensagem

 


O dia

 


Isso não é tempo com cara de Ceará em beira de praia. Uma ventania doida, uma friaca maluca, os passarim tudo calado, os pombos não estão passando pra comer no cais do porto...o cenário, visto da varanda do meu tugúrio é novo. Olha só a cor do céu e as nuvens tomando chegada. Pra quem é do ramo já daria pra bater o centro. E chove.

Começa hoje "o defeso" político

 


Eleições 2026: administração pública entra em período de restrições a partir deste sábado
A partir deste sábado (4), a administração pública em todo o país passa a cumprir uma série de restrições previstas na legislação eleitoral. Tem início o chamado defeso eleitoral, período de três meses que antecede o primeiro turno das eleições de 2026 e que busca impedir o uso da máquina pública em benefício de candidaturas.
As regras estão previstas nos artigos 73 a 78 da Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições, e valem para agentes públicos de todas as esferas de governo, sejam eles eleitos, nomeados, contratados ou ocupantes de cargos em comissão. As limitações permanecem em vigor até 25 de outubro, data prevista para a realização do segundo turno.
Entre as principais mudanças está a proibição da publicidade institucional de órgãos públicos. Durante o período, não podem ser divulgados atos, programas, obras ou serviços governamentais, salvo em casos de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral ou quando se tratar de produtos e serviços que disputem mercado com empresas privadas.
Na área de comunicação, órgãos públicos também precisam adequar seus canais oficiais. Em âmbito federal, ministérios e outros órgãos já anunciaram mudanças na presença digital para evitar que conteúdos possam promover autoridades ou ações de governo durante o período eleitoral.
O defeso também restringe a gestão de pessoal. Ficam proibidas nomeações, contratações e demissões de servidores sem justa causa na circunscrição do pleito, com exceção dos cargos em comissão, funções de confiança e situações indispensáveis à continuidade de serviços públicos essenciais.
Outra medida prevista na legislação é a suspensão das transferências voluntárias de recursos entre os entes federativos. Permanecem autorizados apenas os repasses destinados ao cumprimento de obrigações já assumidas em obras em andamento ou aqueles necessários para atender situações de emergência e calamidade pública.
Os candidatos também ficam impedidos de participar de inaugurações de obras públicas nos três meses que antecedem a votação. A legislação ainda proíbe a contratação de shows artísticos com recursos públicos para esses eventos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, durante uma inauguração no Rio Grande do Norte na quinta-feira (2/7), a medida. Para ele, a medida é uma “papagaiada desgraçada”. Lula ainda afirmou que continuará visitando empreendimentos, mas reclamou da impossibilidade de participar de novas entregas oficiais.
O descumprimento das regras pode acarretar sanções severas. Entre elas, estão a suspensão da conduta irregular, aplicação de multas, cassação do registro ou do diploma do candidato beneficiado e, conforme o caso, responsabilização por improbidade administrativa.

Bom dia

 


Lula dá cotoco
“Precisamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles [faz o gesto]. Nós gostamos de coisas boas, queremos tudo de 1ª: comida, roupa, viajar de 1ª, dentista, médico. Temos que acabar com essa bobagem”, afirmou Lula no momento em discursava no Palácio do Planalto. Um cotoco presidencial .