Condenados a prisão e expulsos das Forças Armadas controladores grevistas
A primeira instância da Justiça Militar da União em Curitiba
condenou a quatro anos de reclusão, nesta segunda (22), oito
controladores de voo que aderiram à paralisação do controle de tráfego
aéreo iniciada pelos controladores de Brasília em 2007. A Auditoria de
Curitiba decidiu também, como pena acessória, excluir os militares das
Forças Armadas. A punição está prevista no Código Penal Militar (CPM),
no caso de praças condenados a penas privativas de liberdade acima de
dois anos. O Ministério Público Militar denunciou 57 militares que
trabalhavam no Cindacta II (Curitiba), pela paralisação que ficou
conhecida na mídia como apagão aéreo. Doze militares foram denunciados
pelo crime de motim e outros 45 pelo crime de reunião ilícita. Em maio
de 2011, o Superior Tribunal Militar declarou a prescrição do crime de
reunião ilícita e o processo continuou apenas contra os militares
envolvidos no motim.
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