Saiu agora, fresquinha, a pesquisa que mais acertou o resultado de 2022: a MDA, feita pela Confederação Nacional dos Transportes, a CNT.
Os resultados são diferentes da última rodada, que dava uma vantagem muito grande para Lula; agora a coisa aproximou bastante — mas com um detalhe que muda tudo.
Os números da espontânea
Na espontânea, Lula tem 39,5% e Flávio Bolsonaro, 36%. Augusto Cury aparece com 2,1%, Ronaldo Caiado com 2%, Renan Santos com 1%, Zema com 0,4% e todos os outros, somados, com 0,2%.
Feita a conta, isso dá aproximadamente 48% dos votos para Lula na espontânea — uma quantidade muito próxima da vitória no primeiro turno.
É aquilo que eu vinha falando: as pessoas não estavam levando em consideração que pudesse chegar tão perto de definir no primeiro turno. Venho falando disso há aproximadamente um mês.
Na estimulada, o mesmo desenho
Na estimulada, dá 43,1% contra 38% — com os demais na casa dos 3%, 3,2%, e Renan Santos com 1%. Refeita a conta, a disputa também se aproxima desse patamar: algo como 47,5% a 43%.
Ou seja: a eleição pode ser definida no primeiro turno. Mas a tendência é repetir 2022.
O “número mágico” da aprovação
A pesquisa revela outros dados interessantes. A avaliação do governo no ótimo e bom — aquele número mágico que historicamente dá grandes chances de reeleger o incumbente – chegou aos 35%.
E a aprovação colou na desaprovação: era 50% a 42l5%, agora é 49% a 47%. O saldo negativo caiu para dois pontos.
Potencial de voto: vantagem clara de Lula
Por fim, o dado de fôlego: Lula tem potencial de voto de 51,4%, contra 45,8% de Flávio Bolsonaro. Ou seja, o teto de Lula segue mais alto que o do adversário.
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