Contato

O Castanhão hooje

Nosso Castanhão hoje. Tem um Orós mais um Forquilha guardados. Mas o Rio Salgado tá ajudando. 



Bom dia

                                                                Capa do jornal OEstadoCe


O dia

Só ficarei quieto quando alguém responsável disser os motivos do apagão no caríssimo farol do Mucuripe desde o último temporal em Fortaleza. Esse farol, novo, com pouco mais de cinco anos, construído para permitir que se ergam prédios de mais de 50 andares na orla de Fortaleza apagou e isso deve ter consequências. Pelo amor de Deus dêem -me um jornalista capaz de desvendar esse mistério.

O Poder da mensagem

 


Preso por elo com o PCC acumula R$ 141 milhões em contratos com ex-governo Caiado, em Goiás

 


Preso por elo com o PCC, o empresário Adair Antônio de Freitas Meira é ligado à Fundação Pró-Cerrado, entidade que mantém contratos ativos que somam R$ 141.509.831,63 com o governo de Goiás. A teia de acordos milionários, firmada entre 2021 e 2025, foi revelada em reportagem do UOL nesta segunda-feira (11).
Adair Meira é um dos alvos centrais da Operação Contaminatio, conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação apura o uso de empresas e entidades ligadas ao empresário para lavar recursos ilícitos associados a operadores financeiros da facção criminosa. A defesa do empresário nega de forma veemente qualquer irregularidade ou ligação com o PCC.
Apesar do avanço das investigações em São Paulo, o fluxo de dinheiro público em Goiás não foi interrompido. Um cruzamento de dados no Diário Oficial e nos sistemas de transparência do Estado mostra que a Fundação Pró-Cerrado segue como uma robusta prestadora de serviços terceirizados, fornecendo desde apoio técnico especializado até motoristas, auxiliares administrativos e operadores de call center.
O rastro do dinheiro: novos contratos e aditivos até 2026
O volume financeiro não se sustenta apenas em contratos antigos. Documentos oficiais da Secretaria de Estado da Economia de Goiás comprovam que a Fundação Pró-Cerrado assinou acordos recentes com a administração pública.
O caso mais emblemático é o Contrato 039/2025. Com valor total de R$ 28.094.459,04, o documento prevê o fornecimento de mão de obra exclusiva para apoio técnico especializado de nível superior. A assinatura eletrônica ocorreu em 14 de novembro de 2025, chancelada pelo então secretário de Estado da Economia, Francisco Sérvulo Freire Nogueira.
Além das novas licitações, uma série de termos aditivos garante a permanência da fundação nos cofres goianos até o ano que vem:
Motoristas: O 5º termo aditivo ao Contrato 028/2021 estendeu a vigência até 29 de outubro de 2026, injetando mais R$ 4.137.908,16 na entidade.
Teleatendimento: O 4º termo aditivo ao Contrato 039/2022 garantiu serviços de call center até 30 de julho de 2026, no valor de R$ 3.413.113,92.
Auxiliares Administrativos: O 7º termo aditivo ao Contrato 016/2021 prorrogou os serviços até 31 de agosto de 2026, com o valor reajustado para R$ 23.196.719,56.
O elo oficial entre o preso por elo com o PCC e a Fundação
A ligação de Adair Meira com a entidade contratada pelo governo goiano é pública e notória. A própria Fundação Pró-Cerrado o exibe em seu site institucional como “Diretor-Secretário Geral” e instituidor da organização nos anos 1990.
O trânsito do empresário nos corredores do poder também está documentado. Em 2021, o portal oficial da Secretaria da Retomada registrou a presença de Meira, atuando como secretário-geral da fundação, durante o lançamento do programa “Aprendiz do Futuro”. No evento, o então governador Ronaldo Caiado (União Brasil) assinou contratos e entregou materiais de trabalho ao lado de representantes da entidade.
Outro Lado: Caiado nega responsabilidade direta; operação foca em lavagem
Procurado para comentar a manutenção dos contratos de sua gestão com a empresa do investigado, o ex-governador Ronaldo Caiado enviou nota ao UOL em que afasta sua responsabilidade direta sobre os acordos, transferindo o peso da fiscalização para a Controladoria-Geral do Estado (CGE) e procuradorias setoriais.
“Por que eu deveria pedir uma investigação contra uma empresa que ganhou uma concorrência pública se não existia nenhuma denúncia contra ela quando eu era governador?”, questionou Caiado no documento.

O ex-governador, que deixou o cargo em 31 de março de 2026 para focar em sua pré-candidatura à Presidência da República antes, portanto, da deflagração da Operação Contaminatio, destacou que a relação da Fundação Pró-Cerrado com o Estado vem desde 2004. Caiado também pontuou que a empresa possui contratos com outros governos estaduais (como MG, RS, DF, TO e BA) e estatais federais, classificando os questionamentos à sua conduta pessoal como “inverdades” e tentativa de prejudicar seu projeto político nacional.

MPCE denuncia grupo suspeito de desvio em projetos sociais e esportivos

 

O Ministério Público do Ceará (MPCE) denunciou nove empresários e fornecedores de serviços suspeitos de participação em um esquema de desvio de recursos públicos em contratos entre o Governo do Estado e uma organização da sociedade civil envolvendo projetos sociais e esportivos, entre 2014 e 2015. O nome da instituição e dos investigados não foram divulgados.
Conforme a denúncia do MP estadual, houve fraude especificamente nos convênios “Lazer e Ação no Cocó” e “Esporte na Minha Cidade”, firmados com a Secretaria do Esporte do Estado (Sesporte).
Segundo as investigações, o esquema teria sido coordenado por integrantes ligados à entidade responsável pelos projetos, com a participação de empresários e fornecedores. De acordo com o Ministério Público, os contratos eram celebrados com empresas que executavam apenas parte dos serviços previstos, enquanto documentos fiscais eram utilizados para justificar pagamentos integrais com recursos públicos.
As apurações iniciaram ainda em 2013, após surgirem denúncias sobre irregularidades na execução desses convênios.
O caso passou a ser conduzido pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), que realizou diligências, oitivas, análise de documentos e quebra de sigilos bancários para rastrear a movimentação financeira dos envolvidos. A apuração descobriu que houve utilização de notas fiscais falsas, execução parcial dos serviços contratados e operações para ocultar a origem dos recursos desviados.
Também foram identificadas movimentações financeiras consideradas típicas de lavagem de dinheiro, com uso de cheques e empresas interpostas para ocultar a origem ilícita dos valores desviados.
Entre os convênios investigados, um deles, voltado ao lazer e inclusão social, previa repasse de valor superior a R$ 1,1 milhão. Segundo a denúncia do MP, parte dos recursos teria sido desviada por meio de contratação simulada de serviços gráficos e posterior devolução de valores a pessoas ligadas ao grupo investigado.
Em outro convênio, o Ministério Público identificou irregularidades na compra de materiais, brinquedos pedagógicos e uniformes. As empresas teriam emitido notas fiscais por mercadorias que não foram entregues, devolvendo parte dos recursos aos envolvidos no esquema.
Os investigados foram denunciados pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. O MP do Ceará pediu à Justiça a condenação dos acusados, a reparação de R$ 328,8 mil aos cofres públicos e indenização por danos morais coletivos. O órgão também destacou que não foi proposto um Acordo de Não Persecução Penal, considerando "a gravidade e a complexidade do esquema".
A denúncia foi protocolada na 10ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza e aguarda análise da Justiça.

O Estado CE procurou o Governo do Ceará, por meio da Sesporte, para um posicionamento oficial sobre a denúncia apresentada pelo MPCE, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para a manifestação.

Em Nova Iorque, governador Elmano de Freitas defende potencial do Ceará como hub tecnológico

 

Em Nova Iorque, governador Elmano de Freitas defende potencial do Ceará como hub tecnológico
Texto: Larissa Falcão - Ascom Casa Civil
Foto: Casa Civil

Governador visitou a Universidade de Nova York, onde conheceu iniciativas do centro de pesquisa voltado à ciência de dados e inteligência artificial

O governador Elmano de Freitas segue, nesta segunda-feira (11), em missão internacional nos Estados Unidos, com o objetivo de atrair parcerias e investimentos em áreas como tecnologia e indústria. A agenda oficial faz parte da estratégia de posicionar o Ceará como um ambiente favorável ao desenvolvimento tecnológico e inovação, criando uma nova economia no estado.

No sábado (9), Elmano de Freitas visitou a Universidade de Nova York, onde visitou as instalações e conheceu iniciativas desenvolvidas pelo Instituto VIDA (Visualization Imaging and Data Analysis Center). O governador estava acompanhado do secretário do Desenvolvimento Econômico (SDE), Fábio Feijó, e do deputado e presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), Romeu Aldigueri.

“No Ceará, nós conquistamos o ITA [campus do Instituto Tecnológico de Aeronáutica]. Estamos com o maior Data Center das Américas sendo construído na nossa Zona de Processamento de Exportação, com outros que já temos e novos que estão sendo construídos. Estamos construindo no Ceará uma grande ambiência para o Ceará se transformar em uma referência de inovação e inteligência artificial para o mundo”, afirmou o governador.

O centro de pesquisa é voltado à aplicação de ciência de dados, inteligência artificial, visualização de dados, imagem computacional e análise de informações complexas a problemas de relevância social, científica e econômica.

O Instituto reúne pesquisadores de computação e especialistas de áreas como saúde, políticas públicas, urbanismo, meio ambiente e ciência, com o objetivo de transformar grandes volumes de dados em conhecimento útil para a tomada de decisão.

“É muito importante conhecer essas experiências. Tive o prazer de encontrar dois pesquisadores cearenses, dra. Juliana e dr. Cláudio. Muito nos orgulha esses talentos aqui ajudando a desenvolver novas tecnologias”, destacou Elmano de Freitas.

Coluna do Macário Batista em 12 de maio de 2026

Alece aprova cotas de 30% em concursos sob votos contrários do PL
Nesta quinta-feira (07/05), o plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará aprovou, com os votos de 34 parlamentares, o projeto de resolução 11/2026, de autoria da Mesa Diretora, que institui na Alece a política pública de ação afirmativa consistente na reserva de 30% das vagas oferecidas em concursos públicos destinados ao provimento de cargos efetivos do quadro de pessoal da Casa a candidatos pretos, pardos, indígenas e quilombolas. Chamou a atenção, no entanto, que a proposta tenha obtido os votos contrários dos deputados Carmelo Bolsonaro e Drª Silvana, ambos do PL. Sempre ele.  A rejeição à medida, que é adotada em demais instituições públicas quando da realização de concursos, marcou reincidência do deputado Carmelo Bolsonaro neste caso. Ele já havia votado contra a medida quando de sua análise pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Alece. Repercussão. O posicionamento tende a render desgaste para o parlamentar em um público mobilizado e organizado: os chamados “concurseiros”. Sobretudo quando está em andamento concurso realizado pela Alece para o preenchimento de 200 vagas imediatas, além de formação de cadastro de reserva. O projeto de resolução foi assinado pelos deputados Romeu Aldigueri (PSB), presidente da Alece, Danniel Oliveira (MDB), Jeová Mota (PSB) e João Jaime (PV). Os votos a favor. A medida teve 34 votos a favor, reunindo deputados e deputadas da base governista e da oposição. Foram favoráveis à iniciativa os parlamentares Agenor Neto (MDB), Almir Bié (Progressistas), Antônio Granja (PSB), Antônio Henrique (PSDB), Cláudio Pinho (PSDB), David Durand (Republicanos), Guilherme Bismarck (PSB), Guilherme Sampaio (PT), Heitor Férrer (PSDB), Lia Gomes (PSB), Lucílvio Girão (PSB), Lucinildo Frota (PL), Marcos Sobreira (PSB), Marta Gonçalves (PSB), Moisés Braz (PT), Simão Pedro (PSD), Tomaz Holanda (Mobiliza) e Tony Brito (PSD). Os deputados Fernando Hugo (Republicanos), Júlio César Filho (PT), Davi de Raimundão (MDB), Jeová Mota (PSB), Luana Régia (PSD), Guilherme Landim (PSB), Renato Roseno (Psol), Jô Farias (PT), Salmito (PSB), Missias Dias (PT), Larissa Gaspar (PT), Walter Cavalcante (PV), Apóstolo Luiz Henrique (MDB), Danniel Oliveira (MDB), Firmo Camurça (PSD) e Tin Gomes (PSB) também votaram favoravelmente ao projeto de resolução.

A frase: “O governo federal assinou a renovação antecipada de 14 concessões de distribuição de energia e exigiu R$ 130 bilhões em investimentos privados como contrapartida. A Enel ficou de fora porque responde a processos administrativos na Aneel”. Tem gente atenta.
 
A Gol avisa (Nota da foto)
A GOL Linhas Aéreas anunciou uma nova rota direta entre Fortaleza e Manaus, além do reforço da operação internacional entre a capital cearense e Miami, nos Estados Unidos. As medidas ampliam a malha aérea do Ceará e fortalecem o estado como um dos principais hubs de conexão do país.

Por fraude
Wesley Morais Miranda foi oficializado vereador de São Gonçalo do Amarante por decisão do TRE-CE, em 28 de abril de 2026, que anulou os votos do ex-vereador Ailson Frota (PSDB) por fraude à cota de gênero nas Eleições de 2024. Já assumiu.

Opinião do leitor
“Se entendi bem, o Ciro Nogueira vivia como mulher do Daniel Vocaro. Ele morava em apartamento do Vocaro, tinha cartão de crédito do Vocaro, vivia por conta do Vocaro e ainda tinha mesada. Se entrar com reconhecimento de união estável, vai ganhar”. Rodrigo Luiz Veloso.

Medalha
A Câmara Municipal de Fortaleza realizou sessão solene para entrega da Medalha do Mérito Jurídico Municipal José de Albuquerque Rocha ao advogado Rogério Feitosa Carvalho Mota. A homenagem proposta pelo vereador Pedro Matos (PL).

Investientos
A população de Boa Viagem comemorou a chegada de um pacote de investimentos de mais de R$ 25 milhões do Governo do Ceará em parceria com a União, com intermédio do FNDE.

Foco na educação
Com o governador Elmano de Freitas, foi inaugurada uma Escola de Ensino Fundamental em Tempo Integral e uma quadra poliesportiva, além da entrega de 28 ônibus escolares e uma creche. Alunos do Ensino Médio receberam tablets.

 

Bom dia

                     Capa do jornal OEstadoCe



A decisão de Kakay

 


História de Moisés Mendes
Advogados criminalistas tropeçam em todo tipo de cadáver, os reais, os imaginários, os simbólicos e até os invisíveis para os comuns, mas não para um Antônio Carlos de Almeida Castro. Kakay sabe que os esqueletos do Caso Master estão distribuídos pelos armários de Brasília e que os guardados por Ciro Nogueira já desabam pelas frestas de portas entreabertas.
Mas lidar com os restos mortais de todo tipo de crime não é do jogo do operador do Direito? É, mas não para todos. Para alguém que não seja um Kakay, qualquer jogo pode ser jogado. Para um jurista que tem, como combatente antifascista, a mesma dimensão conquistada como advogado, não há como não diferenciar e catalogar os cadáveres que o desafiam.
O debate sobre esses dilemas já era bom, antes mesmo da decisão de Kakay de abandonar a causa de Ciro Nogueira com o Banco Master. Mesmo com os riscos desse tipo de conversa, que geralmente puxa para as rodas fechadas e de lugar de fala apenas o pessoal que domina as hermenêuticas.
É quando se apresenta um dos truques requisitados para tornar a conversa rasa. É o truque que repete o que qualquer estagiário de advogado de miliciano sabe: que todos têm direito a um advogado. Mesmo os milicianos comprovadamente milicianos.
Repetem que Ciro Nogueira só poderá se defender na Justiça se tiver um advogado. É o que o estagiário aprende sobre a configuração do que é Direito, se estudar o que começa, meio torto, lá em Roma.
Hoje um ladrão de laranjas, um homicida, um político chefe de facção ou um banqueiro mafioso devem dispor de advogado pago ou custeado pelo Estado. Não há controvérsia. O sujeito que ajudasse a atear fogo em Roma e a saquear o que restou, hoje teria direito a advogado.
Sendo assim, Kakay estaria isento de qualquer abordagem crítica? Não é tão simples. Ciro Nogueira precisava de Kakay nessa causa? Ou dito de outra forma: Kakay precisava ser o advogado de Nogueira também nesse caso? Não é uma pergunta qualquer.
Seria se Kakay não fosse o que é. Seria se o então advogado do presidente do PP fosse um profissional sem conexões com a defesa da democracia e a luta antifascista, anticorrupção e antigolpe. Seria se Kakay não fosse, por retórica e ação, um ativista antimáfias que se apoderam do setor público.
Seria razoável e inquestionável, se Kakay não estivesse quase todos os dias, em todas as mídias, falando do combate às quadrilhas que se organizam para saquear o Estado. Ciro Nogueira é parte desse mundo que Kakay combate com bravura.
Kakay está na arena em que se sente à vontade. E deve ter pesado a exposição à crítica que ele mesmo pratica. Porque advogado também faz cálculos políticos simples ou complexos, principalmente se o cliente se chama Ciro Nogueira.
Kakay havia ficado na situação em que, na próxima entrevista sobre organizações criminosas, poderia se deparar com a seguinte pergunta: seu cliente terá, da sua voz, uma abordagem diferente da dedicada a outros acusados de vínculos com um mafioso, pelo fato de que é seu cliente?
Kakay poderia ser um analista isento das relações das máfias de Vorcaro com políticos poderosos de Brasília, se Ciro Nogueira, um desses poderosos, recebia mesada de Vorcaro? Ou ele acreditaria que não recebia?
Kakay perderia peso como comentarista dos desvios de Brasília. Não perderia força como operador do Direito nas instâncias formais da sua atuação, mas sim na esfera pública do debate sobre o que é certo e errado no exercício dessa vida pública.
Kakay sabe, no fundamental, o que é certo e também sabe o que é errado. E sabe que Ciro Nogueira irá cair sobre muita gente até agora poderosa. Sem moralismos oportunistas, não há subjetividade nesse tipo de questão. A versão de que o senador foi quem caiu fora é uma versão e não muda nada.
Kakay poderia sair do caso Ciro Nogueira, se decidisse continuar, como um advogado mais poderoso do que é. Mas também sairia como observador do ambiente de Brasília e ativista antifascista menor do que é até o momento. Não há como jogar esse jogo dos dois lados sem sofrer danos, até porque um Ciro Nogueira não é um Ibaneis Rocha.

Ah, dizem alguns, mas Kakay já defendeu Lula. Mas aí não dá. Quando uma discussão chega ao ponto de criar equivalências entre Ciro Nogueira e Lula, até os esqueletos podem pedir: parem o debate.