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Estamos na final

 

Seleção feminina vence a Itália no tie-break e vai à final da Liga das Nações de Vôlei
O Brasil começou a manhã deste sábado, dia 25, com vitória na Liga das Nações de Vôlei Feminino. As comandadas de José Roberto Guimarães ganharam da Itália no tie-break, por 3 sets a 2, parciais de 21/25, 25/21, 26/24, 21/5 e 15/12.
A seleção brasileira enfrentou ninguém menos que as atuais campeãs olímpicas, mundiais e da liga, valendo vaga na decisão da VNL. E, como não poderia deixar de ser, foi com muita emoção. O Brasil foi corajoso e chegou a abrir boa vantagem, mas a Itália, que forçou o último set, conseguiu recuperar a diferença e o jogo voltou a ficar tenso nos pontos finais.
Seleção feminina vence a Itália no tie-break e vai à final da Liga das Nações de Vôlei. Foto: Reprodução/GE TV
Seleção feminina vence a Itália no tie-break e vai à final da Liga das Nações de Vôlei. Foto: Reprodução/GE TV
Depois de muita disputa, o Brasil contou com belos pontos de Rosamaria e Ana Cristina para colocar 13 a 11 no último e decisivo set. O 14º ponto veio com um belo bloqueio, fazendo a bola morrer no fundo da quadra italiana. A Itália respondeu com Egonu, mas Ana Cristina botou números finais na partida, fazendo o Brasil chegar à final da VNL.
O Brasil espera por Turquia ou China, que se enfrentam também na manhã deste sábado.

Sem agrément não entra

 

Washington imprime ritmo incomum à indicação de seu embaixador no Brasil
Com tarifaço e eleições no horizonte, Planalto adota cautela na indicação de Daniel Perez
O processo de indicação do possível novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Daniel Perez, segue um rito diferente do previsto pelas convenções internacionais que regem as relações diplomáticas. Segundo uma fonte palaciana, o procedimento correto seria a solicitação do agrément — autorização prévia do país anfitrião para a chegada de um novo chefe de missão diplomática — antes de qualquer avanço formal da indicação nos Estados Unidos, e não depois, como ocorrido no caso de Perez.
Deputado estadual pelo estado da Flórida e considerado próximo ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, Perez foi designado por Donald Trump em junho para assumir o posto em Brasília. Na última semana, ele passou por sabatina no Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos e teve seu nome aprovado pelo colegiado no dia 22 de julho. Apesar do avanço na tramitação americana, o processo depende, agora, de uma etapa que caberia ao governo brasileiro: a concessão do agrément, prática diplomática que autoriza formalmente a entrada de um embaixador em outro país.
De acordo com um interlocutor do Planalto, o Brasil não tem “obrigação” de conceder o agrément, assim como tem o direito de negá-lo, sem necessidade de justificar publicamente uma eventual recusa. Sem esse aval, o indicado sequer poderia ingressar em território brasileiro, nem mesmo na condição de turista — o que reforça, na avaliação do Planalto, o caráter determinante dessa etapa do processo.
Cabe ao Itamaraty conduzir a análise do pedido de agrément, e a expectativa é de que esse processo não seja concluído tão rapidamente. Na avaliação do Palácio do Planalto, não é algo que se solicita em um dia e se concede no dia seguinte, e a concessão, de forma geral, não costuma levar menos de um mês.
Chama atenção ainda o momento escolhido para dar sequência à indicação. Os Estados Unidos estão sem embaixador titular no Brasil há cerca de um ano e meio, desde janeiro de 2025, período em que a missão diplomática em Brasília tem sido chefiada interinamente por um encarregado de negócios, Gabriel Escobar. Para o governo, é estranho que, depois de tanto tempo, o tema tenha se tornado uma urgência justamente agora, em meio ao período de pré-campanha eleitoral no Brasil — o que pode indicar um objetivo de natureza eleitoral por trás do momento escolhido.
Ainda assim, o Planalto faz questão de separar essa avaliação sobre o timing da indicação da análise do nome em si: o fato de Perez ser um aliado próximo de Marco Rubio, considerado um representante da ala ideológica do Departamento de Estado dos EUA, não desabona, por si, sua candidatura ao posto.
De acordo com essa avaliação, Perez não deve considerar que apenas a aprovação pelo Congresso norte-americano lhe assegure automaticamente a possibilidade de assumir a Embaixada dos EUA no Brasil.

O poder da mensagem

 


O dia


Caminhando de volta das andanças por outros meridianos do zodíaco mestre sol tenta botar a ponta do nariz por trás do monstrengo de 52 andares feito aqui na beira mar. Amanhecer meio torto, de céu esquisito e vento frio. Se der praia, tudo bem pra quem é de praia. Se ficar meia boca, botequim agradece. Mas se chover, mela tudo. Só vai dar pra cantar no banheiro. Aliás, a grande vantagem de morar sozinho é ir ao banheiro com a porta aberta.

Ceará no olho do furacão

 

Em meio à aproximação entre Brasil e Coreia do Sul, calote de gigante sul-coreana é percalço diplomático para os países
Subsidiária da gigante Posco Holdings deixou R$ 1 bilhão em dívidas no Brasil e caso está no radar de autoridades brasileiras.
A visita oficial do presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, ao Brasil, com passagens por Brasília e São Paulo, ocorre em um momento em que os dois países buscam ampliar a parceria econômica e tecnológica, numa parceria agora alçada a condição de estratégica. Em 2025, a corrente de comércio bilateral alcançou cerca de US$ 11 bilhões, refletindo o avanço das relações econômicas entre os dois países. Na agenda de interesses mútuos, defesa, energia, inovação e minerais críticos, além do acordo de comércio com o Mercosul.
Enquanto a agenda bilateral avança, um dos maiores litígios empresariais envolvendo uma das maiores empresas sul-coreanas no Ceará tem mobilizado autoridades brasileiras para solucionar o calote deixado pela subsidiária da Posco, gigante da siderurgia asiática, e impedir que o caso se torne um inconveniente diplomático e comprometa investimentos futuros.
A falência da Posco Engenharia & Construção do Brasil, subsidiária aberta pela matriz coreana, Posco Holding, para a construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CE), deixou um passivo estimado em aproximadamente R$ 1 bilhão, envolvendo trabalhadores, fornecedores, empresas brasileiras e órgãos públicos, incluindo créditos tributários da União.
Nos últimos meses, o caso extrapolou a esfera privada. A Justiça do Ceará reconheceu a responsabilização da holding sobre as dívidas da unidade brasileira. Em outra frente, o Ministério das Relações Exteriores acionou contrapartes coreanas e notificou a Posco na Coreia para reabrir negociações e solucionar o caso. A Câmara dos Deputados, por sua vez, discutiu o tema em audiência pública.
O caso repercutiu na imprensa sul-coreana. Reportagens recentes destacaram as decisões da Justiça brasileira, a atuação diplomática do governo brasileiro e os possíveis impactos do caso para a Posco Holdings.
“No momento em que se discute uma aproximação entre os países, com vantagens óbvias para as duas nações, é fundamental que criar condições que garantam a segurança jurídica e a atração de investimentos de qualidade, que é o contrário do legado deixado pela Posco no Brasil. Como credores, acreditamos que é do interesse de todos resolver a questão e evitar que o episódio comprometa a relações entre Brasil e Coreia do Sul”, afirma Frederico Campelo, presidente da Associação Internacional de Credores da Posco (AIC-Posco), que reúne cerca de 40 credores da companhia.
A expectativa ocorre em um contexto no qual Brasil e Coreia do Sul buscam aprofundar a integração econômica, ampliar o fluxo de investimentos e avançar nas negociações do acordo Mercosul–Coreia do Sul. Atualmente, a Posco concentra investimentos na exploração de lítio, na Argentina.
Para representantes dos credores, o fortalecimento dessa relação depende não apenas da assinatura de novos acordos, mas também da demonstração de que grandes controvérsias empresariais são tratadas com transparência, previsibilidade e respeito às decisões das autoridades brasileiras.
Brasil e Coreia do Sul em números
- US$ 11 bilhões foi a corrente de comércio bilateral em 2025, o maior patamar recente da relação entre os dois países. As exportações brasileiras e as importações provenientes da Coreia do Sul ficaram praticamente equilibradas, em torno de US$ 5,5 bilhões cada.
- A Coreia do Sul é o 12º principal destino das exportações brasileiras e a 11ª principal origem das importações do Brasil.
- As principais exportações brasileiras para a Coreia do Sul são petróleo, minério de ferro, celulose, soja e carnes.

- As principais importações brasileiras provenientes da Coreia do Sul são automóveis e autopeças, máquinas e equipamentos, semicondutores, produtos siderúrgicos, químicos e farmacêuticos.

Bom dia

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 48% das intenções de voto em um eventual segundo turno na disputa pela reeleição, contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 24. Os brancos e nulos são 9% e os que não sabem, 1%. No levantamento anterior, Lula tinha 47% e Flávio somava 43%. A oscilação se deu dentro da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O Datafolha entrevistou 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, em pontos de fluxo populacional, entre quarta-feira, 22, e quinta-feira, 23. O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo BR-01166/2026.
Em um eventual segundo contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula venceria por 47% a 40%. Brancos e nulos somam 11% e indecisos representam 2%.
O atual presidente venceria Romeu Zema (Novo) por 48% a 40%. Neste caso, são 10% de brancos e nulos e 2% de indecisos.
Lula tem vantagem de oito pontos no primeiro turno
No levantamento sobre o primeiro turno, Lula registra 40%, enquanto Flávio tem 32%. Na sequência aparecem Caiado, com 4%, Zema e Renan Santos (Missão), com 3%.
Augusto Cury (Avante) soma 2%, Samara Martins (UP) registra 1% e Cabo Daciolo (Mobiliza) também 1%. Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram. Brancos e nulos são 8% e os indecisos são 3%.
Na pesquisa anterior, Lula somava 41%, contra 31% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado e Renan Santos somavam 3%; Aécio Neves, que não concorrerá, Augusto Cury, Romeu Zema e Samara Martins tinham 2% e Cabo Daciolo e Rui Costa Pimenta apareciam com 1%. Joaquim Barbosa, que desistiu de concorrer, também tinha 1%.
O cenário de primeiro turno da pesquisa publicada nesta sexta-feira não é comparável à rodada anterior porque a lista de candidatos sofreu alterações.
O Datafolha também mediu a rejeição dos candidatos. Segundo o levantamento, são 48% os que rejeitam Flávio Bolsonaro e 46% os que rejeitam Lula.
Veja os números da rejeição:
Flávio Bolsonaro 48%
Lula 46%
Romeu Zema 13%
Cabo Daciolo 12%
Ronaldo Caiado 12%
Renan Santos 12%
Rui Costa Pimenta 11%
Samara Martins 9%
Edmison Costa 8%
Leonardo Avalanche 8%
Augusto Cury 7%
Hertz Dias 7%
Rejeita todos 2%
Não rejeita nenhum 1%
Não sabem 3%
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Pesquisa Datafolha: Lula é aprovado por 49% e desaprovado por 48%
Cenário é praticamente o mesmo do último levantamento, divulgado há um mês
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 24, mostra que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovado por 49% dos brasileiros e desaprovado por 48%. O cenário é praticamente idêntico ao levantamento anterior, quando 48% aprovavam e 49% desaprovavam. Os que não sabem são 3%, mesmo índice da pesquisa de junho. A oscilação na aprovação se deu dentro da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa também mostrou a avaliação do governo. Pelo segundo mês seguido, 38% dizem que a gestão é ruim ou péssima. Por outro lado, 32% apontam o governo como ótimo ou bom, mesmo índice do levantamento anterior. Os que acham a gestão regular são 28% (eram 29% antes). São 3% os que não sabem.
O Datafolha também perguntou aos brasileiros sobre qual o principal problema do País hoje. Para 21% é a saúde. Outros 17% citam a segurança pública. Veja os índices

Saúde 21%
Violência/segurança/polícia 17%
Economia 14%
Corrupção 9%
Educação 8%
Desemprego 5%
Fome/miséria 3%
Social 2%
Habitação 1%
Salário 1%
Má administração 1%
Impostos 1%
Política 1%
Infraestrutura 1%
Outras respostas 4%
Tudo 1%
Nenhuma 1%
Não sabem 6%
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Lula tem 48% e Flávio Bolsonaro soma 43% no segundo turno, aponta pesquisa Datafolha

Avaliação

Na tarde deste sábado (25), o governador Elmano de Freitas reúne os secretários e secretárias estaduais na Residência Oficial. Os chefes de vinculadas também estarão presentes.

O atendimento à imprensa acontecerá exclusivamente antes do início da reunião, que está marcada para 14h.

Serviço
Reunião do Secretariado do Governo do Ceará
Data: 25/07/26 (sábado)
Horário: 14h
Local: Residência Oficial (Rua Deputado Moreira da Rocha, 1200 – Meireles – Fortaleza – CE)

Saltou fora


O presidente do PP, senador Ciro Nogueira, anunciou que liberou os diretórios estaduais da sigla para optar entre apoiar Flávio Bolsonaro (PL) ou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial de 2026. A decisão encerra a tentativa do PL de formalizar uma aliança nacional com os Progressistas e sinaliza neutralidade da legenda no pleito.
Fora o tempo de rádio e tv, recomenda, se aliar ao PP?

O poder da mensagem

 


O dia

 

Tá chovendo faz uma meia hora. Olhando aqui no termômetro faz 24 graus aí fora. Em Fortaleza isso pede cobertor. Aliás, pede cobertor, mas pra resguardar nossa inteligência cearense do que se tem lido como dito por políticos coroados. Os festivais de incongruências só faltam ferir os sensíveis e cultos ouvidos dos animados foliões do fortal, a feira meio esvaziada deste ano. Ano que vem melhora, a não ser que o preço do voto cubra imediatamente o preço da fantasia. De pierrot ou colombina. É o novo,!!!