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Vorcaro fica. Preso.

 

Com voto de Gilmar Mendes, STF mantém por unanimidade prisão de Vorcaro, do Banco Master
Ministro foi o último a votar. Segunda Turma já havia conquistado maioria de votos para manter a prisão.
O ministro Gilmar Mendes, Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (20/03) para manter a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, acusado de coagir adversários e tentar impedir investigação do Banco Master.
Com o voto de Gilmar, a Segunda Turma do STF formou unanimidade para manter o banqueiro preso. Três ministros já haviam votado: o relator do caso, André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques.
Toffoli também integra a Segunda Turma, mas se declarou suspeito para julgar o caso na quarta-feira (11/3).
O julgamento ocorreu em plenário virtual, em que os ministros votam remotamente, e começou no dia 13 de março, quando foi formada maioria para manter a prisão.
Apesar de ter acompanhado o voto de Mendonça, Gilmar fez ressalvas quanto ao uso de conceitos como 'confiança social na Justiça', 'pacificação social' e 'resposta célere do sistema de Justiça', para fundamentar a prisão preventiva.
Segundo o ministro, "o manejo desses recursos argumentativos era desnecessário para a decretação das medidas cautelares".

"A meu ver, algumas das expressões usadas na decisão ora submetida a referendo são um retrato do que esses dispositivos buscam combater: o recurso a clichês que serviriam para justificar a prisão de qualquer pessoa que é acusada de um crime", escreveu no voto.

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