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Coluna do Macário Batista em 11 de maio de 2026

 

A mídia dos EUA reconhece quem lidera a América do Sul

Mesmo próximo historicamente do bolsonarismo, presidente Trump é obrigado a tratar Lula como interlocutor indispensável do continente. Mídia internacional expõe isolamento político da extrema direita brasileira. A imagem talvez diga mais do que os comunicados diplomáticos. Donald Trump — líder máximo da nova extrema direita global e aliado histórico do bolsonarismo — recebendo Luiz Inácio Lula da Silva na Casa Branca em meio a tensões comerciais, disputas geopolíticas e à crise institucional brasileira. Não se trata apenas de uma reunião bilateral. Trata-se de um reconhecimento político.  E foi exatamente isso que parte importante da imprensa americana começou a registrar nas últimas horas: Trump pode até manter proximidade ideológica com o bolsonarismo, mas precisou receber Lula porque Lula continua sendo o interlocutor legítimo, estável e indispensável da América do Sul.  A constatação aparece de forma indireta — mas muito clara — na cobertura de veículos como Reuters, Associated Press, Washington Post e outros jornais americanos que acompanham a reunião em Washington. O dado político central é devastador para a extrema direita brasileira.  Enquanto Lula é tratado internacionalmente como chefe de Estado experiente, negociador global e liderança continental, o bolsonarismo aparece associado ao radicalismo, à tentativa de golpe de Estado, à crise institucional e às condenações judiciais derivadas dos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023. A comparação não é trivial. Ela revela como o mundo passou a enxergar os dois campos políticos brasileiros. 

A frase: “O peso internacional de Lula 
A Reuters destacou que Lula chegou a Washington como líder de uma potência regional indispensável para negociações comerciais, minerais estratégicos e estabilidade hemisférica. Já a Associated Press observou que as relações entre Brasil e Estados Unidos precisaram ser reconstruídas mesmo depois das tensões provocadas pela proximidade histórica entre Trump e Jair Bolsonaro.  O Washington Post foi além. Tratou Lula como peça central das discussões sobre segurança regional, crime organizado, comércio internacional e estabilidade democrática na América Latina. Nenhum desses veículos usa linguagem militante. Ao contrário. A força política da cobertura está justamente no tom pragmático. Os jornais americanos não descrevem Lula como líder ideológico da esquerda latino-americana, mas como estadista necessário. E isso talvez seja ainda mais significativo. 

Isso pode? (Nota da foto)
Em Ocara, município da Mico Região de Chorozinho, emancipado em 1987, moram cerca de 25 mil pessoas. Recentemente a Prefeitura contratou os serviços de uma empresa para a instalação de cinco poços profundos para abastecimentos de água na Zona Rural. Tudo certo. O Prefeito Leonildo Farias fez, festa, comemorou, mas não pagou à empreiteira. Diante do calote o construtor foi lá e derrubou tudo.

Elmano, de graça
Em meio às articulações para as eleições de 2026, o governador do Ceará, Elmano de Freitas, destacou a importância do presidente da Alece, Romeu Aldigueri, durante declaração sobre o futuro político do senador Cid Gomes.

O futuro
O que disse Elmano foi repetido por Camilo Santana. – O Senador Cid é um quadro que será oque ele quiser, onde e quando quiser. Apesar disso defendemos que ele continue Senador.

Comunitária
Aberta a oferta de concessão de duas emissoras de rádio, comunitária, no Nordeste. Uma é para Parambu, no Ceará.

No Salão de Turismo 2026
Durante a abertura do evento, Eduardo Bismarck destacou o momento de crescimento vivido pelo turismo cearense e o impacto econômico do setor no estado.

Avaliação em $$$
Segundo o parlamentar, a atividade movimentou mais de R$ 13 bilhões na economia do Ceará em 2025, consolidando-se como um dos principais vetores de geração de emprego e renda.

 

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