A copa acabou. A FIFA acabou
Era 1950. Eu corria entre a casa do Pai Vovô Pompeu e da minha Tia Ramundinha. Na primeira meu tio Gil Ferreira da Ponte, ouvia num rádio, já antigo à época, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Na casa da Dindinha, o marido dela, Major Antônio Passos, ouvia num rádio mais moderno, a mesma Nacional. Era a final da Copa do Mundo de Futebol, no Maracanã. Eu entendia a importância daquilo tudo. Das emoções, sustos, gritos...até o desespero final. Já sabia o que era gol, mas não fazia ideia do que o nome Giggia queria dizer. Anos mais tarde, naquela mesma Rádio Nacional, eu trabalhava com o enorme locutor de 1950 e em seguida narrava jogos de futebol daquele tal Maracanã, palco da tragédia. Longe de mim contar história de mim mesmo, mas precisava colocar as coisas no tempo. Hoje, 76 anos passados daquele primeiro momento, na Sobral da Praça João Pessoa, 431, era o número lá de casa, olho o tempo e sinto outra vez, agora com a língua pesada, o amargor de uma derrota que deveria dar um pouco de leveza ao difícil momento da vida brasileira. Mas relevo. Até aí tudo bem. Futebol é jogo e nem sempre ganha o melhor. Nem sempre, por mais que se treine as coisas se encaixam como deveriam. Num momento o lateral não acompanha o ponta, o ponta perde o gol debaixo da trave e as coisas acontecem , ou não. Vi isso tudo. De juiz ladrão, com resultado no bolso a dirigente negociando resultado. Tudo. Quer dizer, quase tudo. Agora, a FIFA, órgão máximo do futebol mundial, mandou acatar uma “ordem” do presidente dos EUA para dissolver a uísque barato, de milho, a suspensão de um jogador punido com expulsão. O americano joga a copa com a política criando novo regulamento. Nem isso adiantou. A FIFA acabou. O futebol acabou.
A frase: "A dúvida é o princípio da sabedoria". Um tal de Aristóteles. Sabe quem foi?
Ajoelhar e rezar (Nota da foto)
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta semana que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seja ouvido no inquérito no qual o parlamentar é investigado pela prática de calúnia contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Na publicação, o senador declarou que “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas". Junto com o fiasco nos EUA...
Fortaleza na alça de mira
O Governo americano tem 9 cidades brasileiras nos seus mais escondidos propósitos. Uma delas é Fortaleza. Eles lá, têm um programa debaixo dessa manta de tarifaço que é atrair empresas daqui pra se instalarem lá. Queremos empregos daqui empregando lá.
O que é a SelectUSA?
O SelectUSA é um programa criado em 2011 pelo governo federal dos EUA e vinculado ao Departamento de Comércio do país. Segundo o órgão, a iniciativa busca promover e facilitar investimentos de empresas estrangeiras em território americano.
Espia o buraco
De acordo com dados divulgados pelo próprio programa, a iniciativa já facilitou mais de US$ 400 bilhões (R$ 2,1 trilhões) em investimentos desde sua criação e contribuiu para a geração ou manutenção de mais de 270 mil empregos nos EUA.
Este mês a jeripoca pia
No Brasil, a Embaixada e os Consulados dos EUA promovem neste mês o SelectUSA Every Day.Com programação prevista para pelo menos nove cidades brasileiras, o evento promete aproximar empresários de especialistas e parceiros do governo americano para facilitar a expansão de empresas brasileiras para os EUA.
Olha nós na fita
Entre as cidades que estão previstas no "roadshow", estão: Goiânia (GO), Uberlândia (MG), Uberaba (MG), Ribeirão Preto (SP), São Carlos (SP), Londrina (P), São José dos Campos (SP), Fortaleza (CE), e Recife (PE).
O crime não compensa
O mundo, na segunda feira, torceu pela Bélgica e o “crime” da dupla Trump-Infantino não compensou. É exatamente isso que os torcedores esperam de uma Copa do Mundo: que vençam os melhores, e não os mais influentes nos corredores do poder.
Eleições na mesa
Os mesários e outras pessoas que vão atuar como apoio logístico nas eleições de outubro vão receber uma carta de convocação. O documento detalha a função que será desempenhada durante o pleito, a seção eleitoral em que o trabalho será realizado e informações sobre o treinamento.
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