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O dólar fechou abaixo dos R$ 5,00 pela primeira vez em dois anos nesta segunda-feira (13), após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que o Irã quer chegar a um acordo sobre a guerra. Após superar os R$ 5,04 pela manhã, o dólar à vista fechou em baixa de 0,25%, aos R$ 4,9980, o menor valor de fechamento desde 27 de março de 2024, quando atingiu R$ 4,9805. Desde essa data o dólar não terminava uma sessão abaixo dos R$5,00.

Penso eu - Se for comprar, compre pouco. Espere a maré alta.

Lula viaja com a maior delegação de ministros à Europa para encontro com líderes anti-Trump

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decola para uma visita tripla à Europa na quinta-feira, 16, com uma comitiva de 15 ministros, parte deles novos no cargo, e uma pauta de encontros com lideranças de esquerda que enfrentaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de promoção empresarial. Lula visitará Espanha, Alemanha e Portugal, enquanto não conseguiu confirmar uma ida à Casa Branca.
Diplomatas falam numa última grande visita ao exterior do atual governo e têm sido mobilizados para receber um número alto de autoridades na comitiva. Segundo integrantes da Presidência da República e do Itamaraty, a quantidade de ministros previstos está ligada diretamente aos acordos que estão sendo negociados com os governos europeus, principalmente na Espanha e na Alemanha.
Se confirmados, os 15 ministros que estarão em Barcelona formarão a maior delegação ministerial a acompanhar o presidente em uma viagem ao exterior no atual mandato.
Lula viajará para uma visita tripla à Europa na quinta-feira, 16, com uma comitiva de 15 ministros Foto: Wilton Junior/Estadão
Em 2023, ele levou 14 a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, por causa da COP-28, e, em 2024, o mesmo número a Santiago, no Chile.
A quantidade de ministros escalados agora é maior do que as recentes viagens ao Japão e à Índia (foram 11 em cada) e também supera as que estiveram duas vezes na China, maior parceiro comercial do País há dezessete anos, em 2023 e 2025.
O governo ainda não possui uma previsão de gastos para as viagens aos três países. As despesas costumam ser apuradas ao fim das missões, após execução orçamentária.
Lula vai se reunir em Barcelona com o premiê espanhol Pedro Sánchez nos dias 17 e 18, quando participará da Cúpula Brasil-Espanha, da quarta reunião em Defesa da Democracia e de um evento com líderes chamado Mobilização Progressista Global (Global Progressive Mobilisation - GPM). Ela vai reunir militantes políticos, movimentos sociais, sindicatos e think tanks entre outros.
No dia 17, Lula e Sánchez se reunirão para conversas de governo a governo, em caráter bilateral, com previsão de assinatura de acordos, além de reunião ampliada de ministros. Um dos memorandos de entendimento em negociação visa à cooperação em minerais críticos, não voltado à extração mineral, segundo o embaixador Roberto Abdalla, secretário de Europa e América do Norte do Itamaraty.
O petista vai se reunir também com 10 CEOs brasileiros e 10 espanhóis, no hotel em Barcelona, de áreas como agronegócio, transportes, energia, infraestrutura, setor financeiro e seguros.
Os atos entre os dois governos abrangem iniciativas sobre igualdade de gênero, erradicação da violência contra mulheres, economia social e solidária, ciência, tecnologia e inovação, saúde, cultura, empreendedorismo, micro e pequenas empresas, serviços aéreos, cooperação em assuntos consulares e telecomunicações.
A comitiva extensa é formada pelos titulares dos seguintes ministérios: Relações Exteriores, Justiça e Segurança Pública, Fazenda, Cultura, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Empreendedorismo, Minas e Energia, Gestão e Inovação, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente, Mulheres, Igualdade Racial, Direitos Humanos e Controladoria Geral da União.
Também compõem a delegação o diretor-geral da Polícia Federal e os presidentes da ApexBrasil, do BNDES e da Fiocruz. Na Alemanha, estará presente também a presidente da Petrobras.
O presidente manterá em Barcelona compromissos de viés político que podem ter repercussão eleitoral no País. Lula participará da quarta reunião em Defesa da Democracia, Combatendo os Extremismos. O fórum político de perfil de esquerda foi lançado em 2024, em paralelo à Assembleia Geral das Nações Unidas, e já teve duas reuniões em 2025 (no Chile e na ONU novamente).
Diplomatas reconhecem que a agenda vai conter temas relevantes como a tentativa fracassada de interferência eleitoral de Trump para reeleger o aliado Viktor Orbán na Hungria e a tentativa de golpe de Estado no Brasil, no 8 de Janeiro.
O governo brasileiro também vai pautar violência de gênero política e digital, e negocia uma declaração específica sobre o assunto, e uma iniciativa de democracia digital - em encontros anteriores, os líderes discutiram uma série de propostas para regulação de discursos de ódio, anonimato e combate à desinformação.
A foto de família vai expor a composição do encontro com lideranças internacionais que mantiveram enfrentamentos políticos com Trump, como o próprio Lula e Pedro Sánchez, além dos presidentes da África do Sul, Cyril Ramaphosa, da Colômbia, Gustavo Petro, e do México, Claudia Sheinbaum.
A lista de presença também inclui líderes políticos da Albânia, Alemanha (vice), Barbados, Botswana (vice), Cabo Verde, Gana (vice), Indonésia, Irlanda, Lituânia, Uruguai, Reino Unido (vice) e do Conselho Europeu.
“Essa não é uma reunião contra ninguém e nenhum governo. O Brasil quer compartilhar sua experiência. A gente sofreu uma tentativa de golpe de Estado. Os responsáveis foram investigados, julgados, condenados e estão cumprindo prisão. Isso é um exemplo para o mundo”, disse a embaixadora Vanessa Dolce de Faria, assessora especial do ministro das Relações Exteriores.
O Palácio do Planalto quer evitar que a fotografia seja interpretada como uma frente contra o americano, enquanto o petista ainda nutre esperanças de uma visita a Washington até julho, e uma possível conversa no G-7, na França.
Segundo Vanessa, também alta representante para temas de Gênero, o governo Lula vai tratar como prioridade em Barcelona e tentar ampliar a base de apoio à candidatura de Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, a secretária-geral da ONU.
Ao deixar a Espanha, Lula vai para reuniões com o governo alemão nos dias 19 e 20, e será recebido pelo chanceler Friedrich Merz. Ministros dos dois governos farão ao menos três grandes reuniões, bem como empresários. Tudo ocorrerá na cidade de Hannover, para onde foi deslocado o corpo diplomático brasileiro no país.
Também há acordos no setor de Defesa, sobretudo na Alemanha, onde os governos têm 10 atos prontos para serem assinados, bem como farão mais 10 anúncios. Entre eles, cooperação em Defesa, uma carta de intenções do novo lote de fragatas Tamandaré, pesquisa oceânica, centro de inovação energética, contribuições ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) e apoio financeiro ao Fundo Clima.
O Brasil será o país parceiro na feira industrial de Hannover, e o presidente Lula pode ir à fábrica sede mundial da Volskwagen, em Wolfsburg, onde a empresa pretende levá-lo a uma linha de montagem para relembrar a carreira como torneiro mecânico. Lula vai visitar a feira e participar do lançamento do estande do Brasil, onde estarão representadas 140 empresas nacionais.
Lula voltará no dia 21 ao Brasil, com uma breve parada em Portugal, para fazer um encontro com o novo presidente António José Seguro (Partido Socialista), já que não compareceu à posse em março. Ele também vai se reunir com o primeiro-ministro Luís Montenegro e deve discutir, entre outros temas, a reforma na lei de nacionalidade, que ampliou de cinco para sete anos o tempo de residência para solicitação de cidadania. A mudnaça afeta brasileiros.

Espanha, Alemanha e Portugal foram alguns dos principais motores do Acordo Mercosul-União Europeia, que entrará em vigor provisoriamente dias depois da viagem, em 1.º de maio. Haverá reuniões ampliadas com ministros dos dois governos e brasileiros, e entre 10 e 20 acordos estão sendo negociados em cada país. Lula quer capitalizar politicamente a conclusão do acordo.

Após ataques de Trump ao papa, vice dos EUA pede que Vaticano se atenha a questões de moralidade




O vice-presidente dos EUA, JD Vance pediu ao Vaticano que “se atenha a questões de moralidade”. A declaração ocorre em meio a uma crescente disputa entre o presidente Donald Trump e o papa Leão XVI sobre o Irã.
“Certamente acho que, em alguns casos, seria melhor para o Vaticano se ater a questões de moralidade... e deixar que o presidente dos Estados Unidos se concentre em ditar a política pública americana”, disse Vance ao programa “Special Report with Bret Baier”, da Fox News.
Nesta segunda, Trump se recusou a pedir desculpas ao pontífice pelas declarações feitas contra ele nas redes sociais no final de semana. “Não há nada pelo que me desculpar. Ele está errado”.
“O papa Leão disse coisas incorretas. Ele foi muito contra o que estou fazendo em relação ao Irã, e não se pode ter um Irã nuclear”, disse Trump, acrescentando que o papa era “muito fraco em relação ao crime e outras questões”.
Em resposta aos comentários, Leão XIV disse que não tem “nenhum medo da administração Trump, nem de falar abertamente a mensagem do Evangelho, que é o que acredito ser minha missão aqui”.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance pediu ao Vaticano que “se atenha a questões de moralidade”. Foto: JACQUELYN MARTIN
O vice-presidente dos EUA, JD Vance pediu ao Vaticano que “se atenha a questões de moralidade”. Foto: JACQUELYN MARTIN
As falas de Trump motivaram reações de diversos líderes mundiais. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, classificou como “inaceitáveis” as críticas do presidente dos Estados Unidos ao pontífice.
“Considero inaceitáveis as palavras do presidente Trump sobre o Santo Padre. O papa é o chefe da Igreja católica, e é justo e normal que ele peça a paz e condene todas as formas de guerra”, afirmou em nota.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, condenou o que chamou de “insulto” ao pontífice. Em nome do Irã, o líder do país persa afirmou que “a profanação de Jesus, profeta da paz e da fraternidade, não é aceitável para nenhuma pessoa livre”.
A manifestação foi publicada no X e se soma a outras respostas de autoridades políticas e religiosas ao ataque de Trump, que chamou o papa de “fraco no combate ao crime e péssimo em política externa” e o criticou por sua posição sobre o Irã e armas nucleares. Líderes também criticaram uma imagem publicada pelo americano em que ele aparece na figura de Jesus e simulando a cura de uma pessoa.
Também no X, o ex-primeiro-ministro da Itália e ex-comissário europeu Paolo Gentiloni ironizou a controvérsia ao afirmar que o papa não excomungaria Trump, citando “o poder da misericórdia papal”.
Já Antonio Spadaro, subsecretário do Dicastério para a Cultura e Educação do Vaticano, avaliou que os ataques revelam um desconforto do poder político diante da autoridade moral do pontífice. Segundo ele, “quando o poder político se volta contra uma voz moral, muitas vezes é porque não consegue contê-la”, acrescentando que, ao tentar deslegitimar Leão XIV, Trump acaba reconhecendo o peso de suas palavras.
Líderes católicos também se manifestaram
Lideranças católicas também expressaram nesta segunda-feira, 13, apoio ao papa, que foi duramente criticado pelo presidente dos EUA, após se manifestar sobre a guerra envolvendo o Irã.
A Conferência Episcopal Italiana reafirmou “sua plena comunhão com o Santo Padre Leão XIV”, em comunicado em que “lamenta as declarações dirigidas contra ele nas últimas horas pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump”.
“O papa não é um interlocutor político, mas o sucessor de Pedro, chamado a servir o Evangelho, a verdade e a paz”, acrescenta a manifestação.
Pouco antes o presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o Arcebispo Paul S. Coakley, também se manifestou em favor do pontífice. “Estou consternado com a decisão do presidente de escrever declarações tão desagradáveis ??sobre o Santo Padre. O papa Leão XIII não é seu rival, o papa não é um político”.
Papa Leão XIV diz que não debaterá com Trump e que só defende a paz: ‘Não tenho medo’
Trump critica papa Leão XIV: ‘É fraco no combate ao crime e péssimo em política externa’
O posicionamento de Trump veio após o papa ter denunciado, no fim de semana, a “ilusão de onipotência” que está alimentando a guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, e ter exigido que os líderes políticos parassem e negociassem a paz.
O presidente afirmou que Leão XIV deveria “parar de ceder à esquerda radical” e o classificou como “fraco no combate ao crime” e “péssimo em política externa”.
Também criticou sua posição sobre o Irã, dizendo: “Não quero um papa que ache aceitável que o Irã tenha armas nucleares”. “Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão XIV não estaria no Vaticano”, escreveu Trump, acrescentando que o papa deveria “se concentrar em ser um grande papa, não um político”.

A bordo do avião em que viajou para a Argélia nesta segunda-feira, o Papa comentou os ataques. “Não sou político, não tenho intenção de entrar em debate com ele, a mensagem continua a mesma: promover a paz.” Ele também afirmou que não tem “medo da administração de Trump”. /Com informações de agências

Coluna do Macário Batista em 14 de abril de 2026

Sabe quem é o novo Ministro cearense?
Quem é José Guimarães, novo secretário de Relações Institucionais de Lula.
O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), anunciou na tarde do sábado (11) que vai assumir a Secretaria de Relações Institucionais, oito dias depois de Gleisi Hoffmann ter deixado o posto para concorrer ao Senado pelo Paraná. Advogado nascido em Quixeramobim, cidade com pouco mais de 80 mil habitantes no interior do Ceará, José Nobre Guimarães é um dos aliados mais próximos e antigos de Lula, desde que se filiou ao Partido dos Trabalhadores em 1985.Desde então, o deputado tem assumido cargos de liderança e confiança no PT, em momentos emblemáticos para o partido. Irmão de José Genoíno, ex-presidente do PT, o próprio Guimarães assumiu esse posto no diretório cearense da sigla, que presidiu entre 1991 e 2000. Ele esteve ao lado de Lula em momentos-chave da trajetória do petista. No Ceará, coordenou sua primeira campanha à Presidência, em 1989, e repetiu a tarefa em 2002, quando ele conquistou a primeira eleição. Guimarães continuou no palanque de Lula e, 20 anos depois, participou do discurso de vitória do terceiro mandato do presidente.
Ele assumiu a liderança do governo de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados em 2015, com o desafio de retomar a relação entre o Planalto e o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Guimarães abandonou o posto em abril do ano seguinte, em meio à votação do processo de impeachment da presidente. José Guimarães foi eleito deputado federal mais votado do PT em 2006 e, hoje, está em seu 5º mandato. Ele assume agora a responsabilidade de intermediar os interesses do Planalto com outros agentes políticos em um momento delicado, quando Lula enfrenta a rejeição de 48% dos brasileiros. No Legislativo, há negociações importantes pela frente, como a sabatina de Jorge Messias no Senado, marcada para o próximo dia 29; a pressão pela derrubada do veto do presidente ao PL da Dosimetria; e o avanço da proposta que propõe uma nova jornada de trabalho (PEC do 6x1) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, considerado um ponto importante para a próxima campanha de Lula à Presidência.
A frase: “Viver é um eterno equilíbrio entre escolhas e consequências”. Tem quem, por mediocridade, prefira discutir, e brigar.
Aecinho pensa o que penso (Nota da foto)
Aécio Neves ao SBT não falou à toa. Ao citar Ciro Gomes como um nome capaz de “levar a eleição para o segundo turno”, o deputado tucano expõe mais do que uma hipótese: sinaliza a busca ativa por um candidato com densidade eleitoral fora da polarização. Aécio evita cravar. Não puxou conversa grande com Ciro e ressalta que o PSDB, em tese, prefere alguém fora dos seus quadros. O jogo é jogado. Ciro entra no campo das alternativas viáveis para 2026, ainda que não seja,agora, o nome do partido.
Cid desprendido
O senador Cid Gomes mostrou desprendimento enquanto reconhecido. Ao receber o Senador Pacheco, de Minas, nos quadros do PSB, medalhou o colega de “mais preparado do Senado” e botou a liderança nas mãos dele.
“Desrespeito à população”
Assim o prefeito Evandro Leitão tratou as ações do deputado federal André Fernandes, jogando lixo na porta da Prefeitura: “Esse rapaz deveria ter vergonha dessa atitude, mas ele foi flagrado e lacrado pelas nossas câmeras”.
Leão 14 X Trump
Diz o Papa: "Basta de idolatria de si mesmo e do dinheiro! Basta de exibição de força! Basta de guerra!". Trump rebate: "Não sou um grande fã do papa Leão 14. Ele é uma pessoa muito liberal e não acredita em deter o crime".
Inácio volta pra Câmara
A nomeação do deputado federal José Guimarães (PT) para o cargo de ministro no Governo Lula abre espaço para o primeiro suplente da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), Inácio Arruda.

Capa do jornal OEstadoCe

 


Posse na Adagri

 

Aprovados no concurso da Adagri tomam posse nesta terça-feira (14), no Palácio da Abolição

Na manhã desta terça-feira (14), 44 novos servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) tomarão posse em solenidade no Palácio da Abolição.

Entre os empossados, estão 20 auditores fiscais – médicos veterinários; 7 auditores fiscais – engenheiros agrônomos e 17 agentes fiscais – técnicos agrícolas/agropecuária e afins. Os novos servidores serão lotados nos Núcleos Regionais e Locais da Adagri instalados em 25 municípios.

A solenidade contará com a presença do governador Elmano de Freitas e do presidente da Adagri, Elmo Aguiar, entre outras autoridades.

Serviço

Solenidade de Posse de Novos Servidores da Adagri

  • 📅 Data: 14 de abril de 2026 (terça-feira)
  • ⏰ Horário: 9h
  • 📍 Local: Palácio da Abolição

Fortaleza vence fora de casa e sobe na tabela da Série B

 




Ceará vence Náutico e assume liderança da Série B

 

Ceará vence Náutico por 1 a 0 com gol de Fernandinho e assume a liderança da Série B do Brasileirão após quatro rodadas.
Ceará vence Náutico e assume liderança da Série B
Foto: Michel Douglas/Náutico

O Ceará venceu o Náutico por 1 a 0 na noite deste sábado (11 de abril), na Arena Castelão, pela quarta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Com gol de Fernandinho logo no início da etapa final, a equipe cearense chegou à liderança da competição e manteve a invencibilidade.

O Poder da Mensagem

 


Chagas vai às urnas. Pelo PDT.

 

No PDT, Chagas fala em “colaborar para meu Estado” e diz que segue indefinido cargo que deve disputar
Figura central no governo de Elmano de Freitas, ex-chefe da Casa Civil se filiou ao PDT, um dos partidos da base aliada
Por Igor Magalhães
O ex-chefe da Casa Civil do Ceará, Chagas Vieira (PDT), disse que ainda não está definido a qual cargo ele deve concorrer em 2026. Recém-filiado ao PDT, o ex-secretário disse que vai dialogar com o presidente estadual do partido, o deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), e com demais membros da legenda para definir seu papel nas eleições.
“Eu quero colaborar da melhor forma que for para o partido e, enfim, para o meu Estado”, respondeu Chagas a O Estado. Questionado sobre o que motivou a escolha pelo PDT, Chagas falou que “o PDT é um partido que eu sempre tive um carinho muito grande”, além do fato de ser uma sigla do campo da esquerda.
Antes de optar pelo PDT, Chagas afirma ter recebido convites de outros partidos da base do governador Elmano de Freitas (PT), como o próprio PT, além de PSB, MDB, PCdoB, entre outros. “Eu acho que tem muito a ver comigo nesse momento”, completou, sobre a escolha pelo PDT.
Chagas negou que a filiação ao PDT tenha relação com o compromisso assumido por Elmano de ajudar a sigla na eleição de deputados depois após o esvaziamento pelo qual o PDT passou, a partir do racha interno iniciado em 2022, que levou ao desembarque dos irmãos Ciro (PSDB) e Cid Gomes (PSB), Roberto Cláudio (União) e seus aliados.
“Não, na verdade não foi discutido eu ir lá para fortalecer a chapa de deputado, até porque eu não sei como é que vai ser, se eu serei candidato, se serei em que posição, isso ainda vai ser definido mais para frente”, respondeu Chagas, fazendo referência ao período das convenções partidárias, entre julho e agosto, momento em que os partidos devem oficializar seus candidatos.
Nos bastidores, Chagas é apontado como um possível nome do PDT para eleição de deputado estadual. O partido também filiou a deputada estadual Juliana Lucena (PDT), mas dias após a filiação ela assumiu o cargo de secretária das Mulheres do Ceará, ficando impedida de concorrer à reeleição devido às regras de desincompatibilização. Dessa forma, o PDT ficou sem deputados na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece).
A aposta está em lançar seus vereadores de Fortaleza para tentar formar uma bancada na Assembleia e na Câmara Federal.

O PDT também filiou o ex-conselheiro diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Vicente Aquino, também liderança política do Litoral Oeste e do Vale do Curu. Junto de André Figueiredo, ele está entre os quadros do partido que devem concorrer a deputado federal.