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Ciro Gomes cumpre agenda em Fortaleza com pré-candidatos e lideranças comunitárias

 

O pré-candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes, cumprirá agenda política em Fortaleza nesta sexta-feira (24) e no sábado (25), com encontros sobre a pré-campanha e propostas para a Capital.
O primeiro compromisso será na sexta-feira, às 18 horas, no Mareiro Hotel, na Praia do Futuro. Ciro se reunirá com pré-candidatos da Federação PSDB/Cidadania, do Partido Liberal (PL), da Federação União Progressista (União Brasil/PP), além de representantes do Democracia Cristã (DC) e do Avante. O encontro tem como objetivo alinhar estratégias e fortalecer a mobilização das forças políticas que apoiam sua pré-candidatura ao Palácio da Abolição. Governo
No sábado, às 9 horas, Ciro participará de um Encontro de Lideranças Comunitárias de Fortaleza, no Colégio Manoel da Silva, no bairro Álvaro Weyne. O evento reunirá representantes de bairros da Capital para debater demandas da população, com foco em segurança pública, saúde, geração de empregos, educação e infraestrutura.
Os compromissos fazem parte da estratégia de aproximação de Ciro Gomes com as bases políticas e comunitárias, ampliando o diálogo com pré-candidatos, lideranças e segmentos da sociedade na preparação para a campanha eleitoral.
Agenda
Sexta-feira (24 de julho)
Encontro de Pré-Candidatos com Ciro Gomes
📍 Mareiro Hotel – Praia do Futuro
🕕 18 horas

Sábado (25 de julho)
Encontro de Lideranças Comunitárias de Fortaleza
📍 Colégio Manoel da Silva – Rua Dona Mendinha, 1337, Bairro Álvaro Weyne
🕘 9 horas

Aos 82 anos de idade, Mick Jagger faz desabafo sobre envelhecer: Não há nada de bom!


Cantor afirmou que sente os efeitos da idade na memória e no corpo, mas segue na ativa com os Rolling Stones
Aos 82 anos de idade, Mick Jagger abriu o coração sobre o envelhecimento. Em entrevista ao The New York Times, o vocalista dos Rolling Stones disse que não vê pontos positivos em ficar mais velho e comentou as mudanças que percebeu com o passar do tempo.
- Não há nada de bom nisso. Nada. Você não adquire sabedoria. Você esquece tudo. Esqueci toda a minha sabedoria.
O cantor também contou que sente as limitações da idade no dia a dia e que hoje precisa fazer as coisas com mais calma.
- Não é particularmente agradável e, claro, você não consegue fazer as coisas tão rápido quanto gostaria e fisicamente não consegue fazer coisas que gostaria de fazer. Você ainda pode fazê-las, mas precisa ter mais cuidado.
Na entrevista, Mick também falou sobre a fama e disse que para manter uma vida mais normal, gosta de fazer atividades simples, como caminhar sozinho pelas ruas. Mesmo aos 82 anos de idade, o artista continua em atividade. Inclusive, os Rolling Stones lançaram recentemente o álbum Foreign Tongues, o 25º disco da banda.

Nem eles aguentam o louro

 

Governo Trump lidera com 60% de rejeição entre americanos, diz pesquisa
Uma pesquisa apontou que a gestão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lidera com larga vantagem no quesito de rejeição entre a população.
Segundo a pesquisa encomendada pela The Economist em parceria com o YouGov, cerca de 60% desaprovam o segundo mandato do republicano, em vigor desde 2025. O levantamento mostra que 36% aprovam o governo de forma parcial ou total.
Em recortes, Trump possui a melhor recepção entre eleitores homens, brancos e com idade entre 45 e 64 anos. No entanto, a percepção sobre o perfil pessoal do presidente também é negativa. Segundo a pesquisa, 52% dos norte-americanos consideram Trump velho demais para exercer a Presidência. Apenas 37% discordam dessa avaliação.

A rejeição se repete nos índices por área temática, como, por exemplo, a atuação do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega), por exemplo, é um dos temas de menor confiança entre o eleitorado americano. Cerca de 42% dos entrevistados não confiam na agência federal.

O lider queria ser gay sozinho?

 

Ex-líder de ministério de cura gay muda de posição, assume homossexualidade e pede perdão
Ex-líder mudou posição sobre terapias.
©(Foto: Divulgação)
John Smid, que durante anos comandou um dos mais conhecidos ministérios voltados à chamada “cura gay” nos Estados Unidos, tornou-se um dos principais críticos das terapias de conversão. No passado, ele defendia que a orientação sexual poderia ser alterada por meio da fé e do acompanhamento religioso.
Após deixar a organização, Smid passou a reconhecer publicamente os danos causados pelas mensagens que ajudou a promover. Em entrevistas, afirmou não acreditar mais que seja possível modificar a orientação sexual de uma pessoa e pediu desculpas àqueles que sofreram em consequência dessas práticas.

Anos depois, o ex-dirigente revelou ser homossexual e oficializou seu casamento com o pastor Larry McQueen. Atualmente, ele se posiciona contra as chamadas terapias de conversão, tema que vem sendo debatido e restringido em diversos países devido aos relatos de impactos psicológicos apresentados por ex-participantes.

Coisa besta o Lula se trocar com esse Rubio

 

Governo Trump reage a Lula e diz que vai monitorar eleição brasileira
O governo de Donald Trump reagiu à fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante a convenção nacional do PDT, sobre o secretário de Estado da Casa Branca, Marco Rubio.
Durante discurso na convenção nacional do PDT, realizada na última segunda-feira (20), o presidente Lula afirmou não temer uma possível interferência de Marco Rubio no processo eleitoral brasileiro e lançou um desafio:
“Se o secretário de Estado americano Marco Rubio quiser vir apoiar o meu adversário, que venha, que monte um comitê, porque a gente vai derrotar todos em nome da defesa da democracia desse país.”
Ao G1, o Departamento de Estado da Casa Branca afirmou que vai monitorar a eleição brasileira para garantir “a liberdade de expressão”.
“Em termos gerais, os Estados Unidos têm um interesse histórico e global na liberdade de expressão e na integridade dos processos democráticos em todo o mundo, inclusive no Brasil”, afirmou, em nota, o Departamento de Estado da Casa Branca, hoje sob o comando de Marco Rubio.
“A gente vai derrotar todos”: Lula desafia Rubio a fazer campanha para Flávio Bolsonaro no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (20) que não teme uma eventual participação do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.
“Se o secretário de Estado americano Marco Rubio quiser vir apoiar o meu adversário, que venha, que monte um comitê, porque a gente vai derrotar todos em nome da defesa da democracia desse país”, declarou Lula durante a Convenção Nacional do PDT, em Brasília.
O presidente acrescentou que seu grupo político derrotará qualquer tentativa de influência externa “em nome da defesa da democracia”. A fala ocorre em um cenário de crescente tensão entre o governo brasileiro e a administração de Donald Trump, especialmente após a imposição de novas tarifas a produtos do Brasil.
O encontro do PDT reuniu dirigentes nacionais para definir alianças e estratégias para as eleições de 2026. O partido aprovou apoio à pré-candidatura de Lula à reeleição. A candidatura do petista deverá ser oficializada pelo PT em convenção marcada para agosto.
Durante o discurso, Lula também voltou a mencionar brasileiros que procuram autoridades dos Estados Unidos para defender sanções contra o próprio país.
“Hoje temos não um, mas vários traidores que vão aos EUA pedir para os EUA impor punição ao Brasil”, afirmou.
O presidente disse ainda que o Brasil permitirá a presença de observadores estrangeiros nas eleições, mas não aceitará interferência de outros governos no processo político nacional.
As declarações ocorrem pouco mais de um mês depois de Flávio Bolsonaro apresentar uma notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal contra Lula. O senador pediu que o presidente seja investigado por suposta ameaça e incitação ao crime após uma fala sobre punições históricas aplicadas a “traidores da pátria”.
Ao retomar o tema, Lula afirmou que a eleição de 2026 será decisiva para impedir o retorno do que classificou como negacionismo e fascismo ao governo.

“Nós não temos o direito de perder essas eleições”, disse.

Persistência da violência contra as mulheres no Brasil expõe falha na execução de políticas públicas, aponta especialista

 Violência contra a mulher: o que é? Como combater? – Conexão Escola SME

Segundo superintendente do Instituto Natura Brasil, para além dos avanços legislativos, país precisa superar a fragmentação de serviços, garantir orçamento e investir em proteção à mulher
Apesar da reconhecida evolução da legislação brasileira no combate à violência contra as mulheres, os índices de violência no país continuam alarmantes. Para Maria Slemenson, superintendente do Instituto Natura Brasil, instituição que se dedica à causa, a manutenção desses indicadores não pode ser atribuída apenas ao aumento do número de denúncias: ela revela uma desproporção histórica entre a dimensão do problema e a capacidade de resposta do Estado, cujas ações seguem fragmentadas, subfinanciadas e desigualmente distribuídas pelo território nacional.
A superintendente explica que a violência contra as mulheres é um fenômeno social e relacional sustentado por desigualdades de gênero, raça e renda e intensificado hoje por novas formas de controle, perseguição e vigilância nos ambientes digitais. Por isso, informação e a conscientização são ferramentas fundamentais para mudar a cultura de violência contra as mulheres, mas só se convertem em proteção real quando encontram serviços públicos e instituições preparadas para responder com prontidão e eficácia.
Leis avançaram, mas execução falha na ponta
O Brasil possui marcos legais estruturantes, com destaque para a Lei Maria da Penha, que reconhece a necessidade de uma atuação integrada que vai além da resposta penal. No entanto, nenhuma legislação é autoexecutável, lembra Maria Slemenson, e o Índice de Conscientização sobre Violência contra as Mulheres do Instituto Natura aponta que, em 2025, 28% da população ainda apresentava nível de conscientização "baixo" ou "muito baixo" sobre as leis e formas de denúncia e quatro em cada dez mulheres não eram capazes de identificar espontaneamente situações de violência de gênero não físicas.
"Para produzir direitos concretos, precisamos de orçamento, profissionais qualificados, serviços territorializados, infraestrutura, dados e coordenação entre as instituições", afirma Maria. "O Estado costuma enxergar episódios, não trajetórias. Saúde, Segurança Pública, Assistência Social e Justiça acessam partes diferentes da história de uma mulher, mas raramente conseguem reconstruí-la em conjunto. Sem essa continuidade, perdemos oportunidades decisivas de intervir antes que a violência se agrave", diz.
O mesmo desafio se aplica às medidas protetivas de urgência, segundo a superintendente: para que funcionem, não basta a decisão do juiz; é preciso avaliação continuada de risco, fiscalização ativa e resposta rápida em caso de descumprimento.
Prioridades para a transformação do cenário
Para mudar essa realidade, o Instituto Natura defende que não há solução única, mas sim a urgência de um conjunto articulado de políticas públicas pautado por prioridades claras.
Integração segura de dados e sistemas: conectar Saúde, Assistência Social, Segurança e Justiça para monitorar o risco e a conduta dos agressores, sem expor a mulher ou obrigá-la a recontar sua história a cada atendimento;
Fortalecimento da rede de proteção social: garantir acesso à moradia, renda e creche, fatores que ampliam a autonomia socioeconômica das mulheres quando integrados às demais redes de proteção;
Financiamento estável e capilaridade: garantir recursos permanentes para descentralizar e qualificar os serviços de atendimento em todo o país;
Conscientização permanente: desenvolver a capacidade social de reconhecer, nomear e agir contra a violência, unindo a mudança comportamental ao fortalecimento da arquitetura pública.
Sobre o Instituto Natura
Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.

Comitiva brasileira nos EUA defende vigilância internacional sobre eleições no Brasil

 

Instituto Vladimir Herzog e Comissão Arns integram comitiva que se reúne em Washington com parlamentares, representantes da OEA e organizações da sociedade civil para alertar contra interferência externa no processo eleitoral
O Instituto Vladimir Herzog e a Comissão Arns de Defesa dos Direitos Humanos integram uma comitiva formada por 15 organizações da sociedade civil brasileira que participa, nesta semana, de uma agenda de encontros em Washington (EUA) para defender a democracia brasileira, a soberania nacional e a integridade das eleições presidenciais de 2026. A missão é organizada pelo Washington Brazil Office (WBO) e inclui reuniões com parlamentares norte-americanos, integrantes da Organização dos Estados Americanos (OEA), a Embaixada do Brasil e organizações da sociedade civil dos Estados Unidos.
A iniciativa busca ampliar a vigilância internacional sobre interferências externas no processo democrático brasileiro e afirmar a legitimidade das eleições de 2026.
O diretor-executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, destacou que a mobilização dá continuidade à articulação internacional construída durante as eleições de 2022, agora com foco no fortalecimento da confiança nas instituições democráticas brasileiras e na prevenção de ingerências externas, em especial por parte do governo dos EUA.
"A defesa da democracia brasileira também passa pelo diálogo e pela construção de compromissos internacionais em favor da soberania nacional. Levamos aos nossos interlocutores a mensagem de que o Brasil possui instituições sólidas e umi sistema eleitoral confiável, mas que é fundamental acompanhar atentamente qualquer tentativa de interferência externa ou de deslegitimação do processo eleitoral”, afirmou. “A cooperação internacional é um elemento importante para fortalecer a confiança na democracia e o respeito à vontade das urnas", concluiu Sottili.
Os membros da comitiva solicitaram à Organização dos Estados Americanos (úmidas) que acompanhe com atenção redobrada o cenário eleitoral brasileiro, contribuindo para prevenir tentativas de desinformação e de deslegitimação do resultado das urnas por parte de agentes externos.
Outro eixo central da missão foi o diálogo com parlamentares e organizações norte-americanas para reforçar a importância de que o governo dos Estados Unidos reconheça prontamente o resultado das eleições brasileiras de 2026, independentemente do candidato vencedor, em respeito ao princípio da não ingerência entre Estados soberanos.
“Saímos dos encontros com a percepção de que há interlocutores importantes dispostos a defender a democracia brasileira”, registrou Paulo Vannuchi, membro da Comissão Arns. “A assessoria do deputado Jim McGovern, que recentemente criticou o uso da Lei Magnitsky, de sua autoria, como ferramenta de pressão política por parte do governo de Donald Trump, manifestou apoio à integridade do processo eleitoral brasileiro e defendeu a mobilização de parlamentares norte-americanos contra qualquer tentativa de ingerência externa”.
A agenda também fortaleceu a cooperação entre organizações brasileiras e internacionais, ampliando redes de acompanhamento e solidariedade em defesa da democracia. Segundo os integrantes da comitiva, a construção de compromissos junto a parlamentares, entidades da sociedade civil e organismos internacionais é fundamental para prevenir questionamentos externos ao processo eleitoral brasileiro.
Ontem, ao final da reunião da comitiva brasileira com representantes de organizações da sociedade civil dos EUA, foi divulgado um manifesto conjunto em defesa da soberania nacional, da democracia, do Estado de Direito e do respeito às instituições brasileiras. O documento reafirma a confiança no sistema eleitoral brasileiro, defende o reconhecimento do resultado das eleições de 2026 e reforça o compromisso das entidades em manter a articulação internacional em defesa da democracia no Brasil.
A programação da comitiva brasileira em Washington continua hoje (22/7), com reuniões com assessores e parlamentares norte-americanos, entre eles o deputado republicano John Kennedy, e amanhã (23/7), com a realização de mesa-redonda sobre desinformação e plataformas digitais em contexto eleitoral.

Além do Instituto Vladimir Herzog e da Comissão Arns, integram a comitiva brasileira representantes da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), CUT (Central Única dos Trabalhadores), Direitos Já, Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), o Instituto Futuro, o Instituto Marielle Franco, o IP.rec, Lapin (Laboratório de Políticas Públicas e Internet), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Odara – Instituto da Mulher Negra e a Plataforma CIPÓ.

Haddad chama novo tarifaço de “represália ideológica” e critica apoio de Tarcísio a Trump

 

Pré-candidato afirma que medida contra o Brasil tem motivação política e alerta que São Paulo será o estado mais afetado.
247 – O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, classificou o novo tarifaço de Trump como uma “represália ideológica” contra o Brasil. Ele afirmou que a medida tem motivação política, alertou para os impactos sobre os produtores paulistas e criticou a aproximação do governador Tarcísio de Freitas com Flávio Bolsonaro e o presidente dos Estados Unidos.
As declarações foram feitas na noite desta quinta-feira (23), após o governo estadunidense anunciar uma tarifa adicional de 12,5% sobre mercadorias brasileiras. Haddad argumentou que a decisão não encontra justificativa na relação comercial entre os dois países, uma vez que o Brasil acumulou déficit nas trocas com os Estados Unidos.
“Isso é uma iniciativa do governo Trump inaceitável. O Brasil é um país que reconhecidamente tem décift com os EUA. Foram 415 bilhões de dólares nos últimos 15 anos. Então é uma represália ideológica. O Brasil tem um relação de 200 anos com os EUA. É uma situação que está sendo criada por razões políticas inaceitáveis promovidas por uma força interna e que está conspirando contra o Brasil entendendo que isso irá os favorecer. Mas isso não vai acontecer porque as pessoas estão entendendo o que está acontecendo. As pessoas estão informadas que a questão do Pix, do etanol, da indústria de calçados, são questões estratégicas que têm décadas de exportação para os EUA”, declarou Haddad.
A nova cobrança entra em vigor nesta sexta-feira (24) e será somada à tarifa de 25% aplicada desde quarta-feira (22) a parte dos produtos brasileiros vendidos aos Estados Unidos. Com a sobreposição, determinadas mercadorias poderão enfrentar uma taxação total de 37,5% para entrar no mercado estadunidense.
A sobretaxa foi anunciada após a conclusão de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, o USTR. O procedimento foi baseado em alegações relacionadas ao combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas internacionais.
Segundo o governo dos Estados Unidos, o Brasil importaria produtos originários de países que não adotam padrões considerados adequados de proteção aos trabalhadores. Washington alega que essas mercadorias chegariam ao mercado brasileiro com custos reduzidos em razão de supostas práticas de trabalho forçado, provocando uma concorrência desleal para empresas estadunidenses.
A tarifa de 25% que já estava em vigor decorre de outra investigação aberta especificamente contra o Brasil em julho do ano passado. O processo também foi conduzido pelo USTR, mas com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Haddad aposta em reação do governo Lula
Haddad afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou as decisões corretas para responder à ofensiva comercial. Segundo ele, as leis Brasil Soberano e da Reciprocidade oferecem instrumentos para que o país enfrente a medida e trabalhe por sua reversão.
“Lula desde o ano passado tem tomado as decisões corretas desde o ano passado e, com as leis Brasil Soberano e da Reciprocidade, o país vai conseguir reverter essa medida que tem caráter mais ideológico do que econômico. Minha preocupação é com os produtores aqui de São Paulo. O Estado será o mais afetado pelo tarifaço”, afirmou.
A avaliação sobre os efeitos em São Paulo está relacionada ao peso do estado nas exportações brasileiras para o mercado estadunidense. Haddad mencionou o etanol e a indústria de calçados entre os setores estratégicos envolvidos na disputa. Também citou o Pix, sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, como um dos temas incluídos nas divergências entre os dois países.
Na avaliação do pré-candidato, a iniciativa estadunidense também teria sido estimulada por forças políticas internas que atuam contra os interesses brasileiros por acreditarem que poderiam obter benefícios eleitorais. Haddad afirmou, no entanto, que a população está compreendendo as razões políticas por trás das novas barreiras comerciais.
Pré-candidato critica Tarcísio e Flávio
Ao relacionar o tarifaço à disputa política brasileira, Haddad criticou o apoio de Tarcísio de Freitas a Flávio Bolsonaro e sua aproximação com Trump. Para o ex-ministro, essa articulação precisa ser esclarecida no debate público, principalmente diante dos possíveis prejuízos à economia paulista.
“O governador do Estado de São Paulo apoiar o Flávio da maneira como está apoiando, apoiar o Trump da maneira como está apoiando, não é uma coisa que me pareça razoável. Então essa simbiose entre o Tarcísio e o Flávio precisa ser explicitada”, disse Haddad.
As declarações colocam a política comercial dos Estados Unidos no centro da disputa pelo governo paulista. Haddad procura associar os efeitos econômicos das tarifas à atuação de Tarcísio e Flávio, enquanto o governo Lula prepara sua resposta às novas restrições impostas às exportações brasileiras.

Coluna do Macário Batista em 24 de julho de 2026


Pereiro supera capitais nordestinas
Estudo do Etene coloca a Serra do Pereiro entre as principais regiões do País com base nos salários pagos aos trabalhadores do setor; desempenho é impulsionado pela presença da Brisanet. Um press release do BNB, anuncia que um  território do interior cearense superou a maioria das capitais do Nordeste em um ranking nacional ligado ao setor de telecomunicações. Segundo estudo do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), a microrregião Serra do Pereiro aparece na 15ª colocação do País e na 4ª posição da área de atuação do Banco do Nordeste (BNB) – estados nordestinos e partes de Minas Gerais e do Espírito Santo. A classificação considera os valores de remuneração dos trabalhadores do segmento. No levantamento, a Serra do Pereiro fica atrás apenas de Fortaleza, Recife e Salvador entre os territórios nordestinos mais bem posicionados. A microrregião registrou R$ 8,7 milhões em remunerações pagas a trabalhadores das atividades de telecomunicações em 2024, superando capitais como Natal, Teresina, Maceió, João Pessoa e Aracaju. Para o economista Biagio de Oliveira Mendes Junior, autor do estudo, o desempenho evidencia a capacidade de municípios do interior de concentrar atividades de maior valor agregado. “O destaque da Serra do Pereiro demonstra que a atividade de telecomunicações não está restrita aos grandes centros urbanos. A microrregião alcançou uma posição de relevância nacional e regional quando analisamos os níveis de remuneração dos trabalhadores do setor, indicador que reflete a presença de empregos especializados e de operações com maior intensidade tecnológica”, afirma. O pesquisador explica que a remuneração foi escolhida como principal indicador por refletir melhor o peso econômico da atividade. “Optamos por utilizar os valores de remuneração em vez do número de vínculos empregatícios porque esse indicador tende a refletir melhor a estrutura de gastos do setor. Em atividades intensivas em tecnologia e investimentos, normalmente observamos profissionais mais qualificados e remunerações mais elevadas

A frase: “Ver a microrregião da Serra do Pereiro conquistar a 4ª posição na área de atuação do BNB e a 15ª no ranking nacional é um orgulho imenso e a prova de que manter a sede da empresa na região foi uma escolha acertada. Consolidamos aqui um ecossistema que hoje gera mais de 3.500 empregos diretos, transformando a realidade financeira e elevando a renda per capita de quem mora no entorno da Brisanet”. Romário Fernandes, diretor financeiro da companhia.

Plano Plena Justa na Alece (Nota da foto)
Representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) participaram, nesta quinta-feira (23/07), de uma reunião na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) para acompanhar a implementação do Plano Pena Justa no Ceará. O encontro reuniu instituições que integram a construção do plano e debateu o andamento das ações e os próximos passos da iniciativa no estado.

Laís com Nenen Coelho
A pré-candidata a deputada estadual Laís Nunes (PT) e o pré-candidato a deputado federal Nenén Coelho (MDB) anunciaram, uma aliança que amplia a articulação entre lideranças do interior cearense para eleições de outubro.

Salto no escuro
Pedro Matos, vereador suplente de deputado estadual, segue os passos do pau, ex-prefeito de Maranguape e ex-deputado federal Raimundo Gomes de Matos. Pedro é bolsonarista do PL cearense.

Convite
Dona Giordanna Mano, presidente do PRD está convidando para a convenção de seu partido no sábado 25,amanhã, no Clube Diários. Ela se anunciará candidata a deputada federal no lugar do marido.

Estaleiro
Deputada federal Luiziane Lins foi ao estaleiro para reciclagem. A deputada federal, quase candidata ao senado, parou a agenda para uma intervenção cirúrgica que já estaria agendada. Convenção Rede-Psol foi adiada.

Silêncio pelo Barretão
O Governo do Ceará decretou luto oficial de três dias pela morte do cineasta cearense Luiz Carlos Barreto. Natural de Sobral, o expoente do audiovisual nacional foi homenageado em 2024 com a Medalha da Abolição.




Bom dia

                                                    Capa do jornal OEstadoCe